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HABITAÇÃO:Justiça dá prazo de 15 dias para retirada de invasores no Dona Benta.

FONTE: diário de Suzano.

A juíza federal substituta da 33ª Seção Judiciária da 2ª Vara de Mogi das Cruzes, Barbara de Lima Iseppi, deu um prazo de 15 dias para a retirada de invasores de um conjunto residencial de apartamentos, localizado no bairro Dona Benta. A solicitação de retirada dos ocupantes foi feita pela Caixa Econômica Federal (CEF). Caso os invasores não saiam do local, a Justiça solicita a retirada “forçada” das pessoas. Nestes casos, normalmente, há ajuda da Polícia Militar. A determinação foi publicada ontem no DS.
A publicação aponta que "a ação de manutenção e reintegração de posse, que a Caixa Econômica Federal (CEF) move em face dos invasores do imóvel do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), que objetiva a retomada de posse sobre o imóvel invadido".
A reportagem do DS esteve no local na tarde ontem e não conseguiu contato com nenhum morador do Conjunto Residencial Djair Dias, que fica na Estrada do Marengo, altura do número 307, no bairro Dona Benta.
Embora sem informações oficiais, a reportagem apurou que no terreno foram construídos aproximadamente quatro blocos com cinco andares cada, incluindo o térreo, com pouco mais de 80 apartamentos.
No local, foi observado que as vagas de garagem estavam ocupadas com automóveis e alguns apartamentos apresentavam características de habitação. O número exato de apartamentos não foi confirmado pela CEF até o fim da tarde de ontem.
Os possíveis invasores e ocupantes dos apartamentos são intimados a desocupar de forma voluntária o conjunto residencial, no prazo de 15 dias, sob pena de desocupação forçada.
O PAR é promovido pelo Ministério das Cidades, tendo a CEF como agente executor e o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) como financiador, e foi criado para ajudar municípios e estados a atenderem à necessidade de moradia da população que recebe até seis salários mínimos e que vive em centros urbanos.
O programa é feito em duas fases. A primeira delas é a de compra de terreno e contratação de uma empresa privada do ramo da construção, responsável por construir as unidades habitacionais. Depois de prontas, as unidades são arrendadas com opção de compra do imóvel ao final do período contratado.
Até o fechamento desta edição, a CEF não enviou resposta sobre os questionamentos feitos pela reportagem.
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FOTOS: Greve de motoristas fecha terminais de ônibus em SP

Paralisação afeta o transporte de passageiros na capital paulista.

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Na volta para casa, estações de trens e metrô ficaram lotadas.
Rodízio de veículos foi suspenso pela Prefeitura nesta terça-feira (20).


A paralisação de cobradores e motoristas de ônibus em São Paulo nesta terça-feira (20) provocou trânsito recorde na cidade, fechou 16 terminais e superlotou as estações de trens e de metrô. Não foi divulgado se o protesto será mantido nesta quarta-feira 
O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, usaram a expressão "sabotagem" para definir a paralisação.

O movimento começou às 9h50 com motoristas da Viação Santa Brígida e Sambaiba, no Centro. Ao longo do dia, mais motoristas aderiram ao movimento que contesta acordo salarial fechado na segunda de reajuste de 10%. A interrupção não foi anunciada: motoristas dizem que o aumento não foi suficiente.
No começo da tarde, seis terminais de ônibus estavam parados. Por volta das 16h, eram 12 pontos, que aumentaram para 16 no começo da noite.
Ônibus parados na Avenida General Olímpio da Silveira, sob o Elevado Costa em Silva, em São Paulo, durante paralisação de motoristas e cobradores. (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Ônibus parados na Avenida General Olímpio da
Silveira, sob o Elevado Costa em Silva. 
Recorde e rodízio suspenso
Por conta da paralisação, o rodízio de veículos foi suspenso no período da tarde, o que prejudicou mais ainda o tráfego. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento foi recorde: foram 261 km de filas às 19h. O índice superou o registrado em 17 de abril, véspera do feriado de Páscoa, quando 258 km de vias ficaram congestionadas.
Diversas ruas da cidade ficaram com filas de ônibus parados. Na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido Largo da Batata, os carros circulavam por apenas uma faixa. Os veículos parados sobre a Ponte Eusébio Matoso complicaram o trânsito em toda a Marginal Pinheiros.
Na noite desta terça, nove dos 16 terminais tinham sido liberados: Varginha, Princesa Isabel, Parque D. Pedro II, Vila Nova Cachoeirinha, Santana, Casa Verde, Sacomã, Grajaú e Amaral Gurgel.
Os terminais Mercado, Bandeira, Pirituba, Lapa, Pinheiros, Butantã e Barra Funda, entretanto, permaneciam bloqueados. Em entrevista à TV Bandeirantes, o prefeito Fernando Haddaddefiniu o ato como “sabotagem”. "Esse tipo de sabotagem é difícil de resolver, porque botar um ônibus na transversal e jogar a chave fora não é simples de resolver."
As estações de trens e metrô também foram afetadas. Segundo a Via Quatro, concessionária que administra a Linha 4- Amarela, houve momentos em que os passageiros tiveram dificuldade para entrar e se locomover na estação Pinheiros por conta do excesso de pessoas. Os trens, entretanto, circulavam com velocidade normal.
Motoristas discordam de acordo
De acordo com os motoristas ouvidos pelo G1 no Terminal Pinheiros, eles discordam da decisão tomada em assembleia na noite desta segunda-feira (19). A categoria decidiu na sede do sindicato aceitar a proposta das empresas. Assim, o sindicato decidiu cancelar a paralisação prevista para esta semana.
Segundo a proposta aceita na assembleia, os motoristas receberão 10% de reajuste salarial, tíquete alimentação mensal de R$ 445,50 e participação nos lucros e produtividade de R$ 850, entre outros benefícios.
Inicialmente, as empresas ofereceram 5% de reajuste. Já o sindicato pedia um índice de 13%. Um dos benefícios mais festejados pela categoria nesta campanha salarial foi o reconhecimento à insalubridade, dando o direito a aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho. A direção do sindicato, que representa ao todo 37 mil trabalhadores, se disse surpreendida com a atitude de alguns motoristas.

Leia a nota do sindicato da categoria
A direção do Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece que foi surpreendida na manhã de hoje (20/05) com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores (as) que se dizem contrários ao fechamento da Campanha Salarial 2014. Ontem na Assembleia Geral, que ocorreu no final da tarde, mais de 4 mil trabalhadores (as) compareceram e aprovaram a proposta apresentada que foi de: 10% no salário; ticket mensal de R$ 445,50; PLR de R$ 850,00; melhoria dos produtos da cesta básica (o Sindicato irá determinar as marcas); 180 dias de licença maternidade; fim do Genérico e o reconhecimento da insalubridade, dando o direito a Aposentadoria Especial aos 25 anos de trabalho.  Além disso, ficou determinado a criação de uma Comissão para discutir outras questões como convênio médico, situação do setor de manutenção, ou seja, dar continuidade na revolução de problemas enfrentados pela categoria. O Sindicato, através do seu presidente Valdevan Noventa e da sua diretoria, irá verificar de onde partir essas manifestações e o motivo real que levou os trabalhadores (as) a tomarem essa atitude, principalmente porque foi logo após terem aceitado e aprovado a proposta em Assembleia.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss), Francisco Cristovam, afirmou em entrevista à rádio CBN que fechou acordo com o sindicato da categoria na noite de segunda. “[Os responsáveis pela paralisação] não têm representatividade. Com quem vamos negociar?”, indagou.
Final de noite
Muitos trabalhadores ainda tentavam arrumar uma maneira de chegar em casa no final da noite desta terça-feira (20). Na Zona Oeste da capital, por exemplo, a Estação Butantã do Metrô era o ponto final para vários moradores de bairros que fazem divisa com munícipios vizinhos da capital, como Taboão da Serra, e próximos de rodovias, como a Raposo Tavares. A partir daí, cada um se virava como podia: valia desde ligar para um familiar, dividir um táxi ou até pedir carona.
Elisângela do Nascimento, (Foto: Marcelo Mora/G1)Elisângela do Nascimento: 'Não sei o que fazer'
Elisângela do Nascimento, que trabalha em uma empresa de telemarketing na Rua da Consolação, por exemplo, costuma ir até o Terminal Bandeira, no Centro, para pegar uma única condução que a deixava próxima de casa, no Jardim Jacqueline, perto de Taboão. Sem ônibus, teve de ir de metrô até o Butantã, onde, por volta das 22h30, ainda não sabia como faria para continuar a viagem.
"Não sei o que fazer. Não tenho ninguém para ligar e estou sem dinheiro, sem nada. Usei para pagar a passagem do metrô", lamentou. Ela criticou a paralisação dos motoristas e cobradores. "Fiquei em pânico quando eu soube. Como paralisam assim sem avisar no meio do dia?"
Neli Ramos de Aquino, que também trabalha em uma empresa de telemarketing, na região da República, no Centro, precisou contar com a ajuda de uma tia para retornar para casa, no Jardim das Palmas, também perto de Taboão. "Ela está vindo me buscar de táxi. De ida e volta, vamos gastar uns R$ 100. O pior é que a empresa não paga", disse.
Sobre a greve, a considerou "um transtorno". "Tudo bem eles reivindicarem o direito deles, mas não é justo eles prejudicarem os trabalhadores por isso", afirmou.
Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros do Metrô de São Paulo em paralisação de motoristas nesta terça (20) (Foto: Dario Oliveira/Estadão Conteúdo)Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros. 
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Ponto de ônibus na Avenida Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. (Foto: Sttela Vasco/G1)Ponto de ônibus na Av. Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. 
GREVE ONIBUS 620 PX (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil Photo Press/Folhapress)Avenida bloqueada no Brás. (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil 
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Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais durante manifestação em SP (Foto: Ardilhes Moreira/G1)Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais  
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Volkswagen Tractor tombou logo após ter feito a curva de saída da Rodovia Mogi-Dutra e entrado na Estrada do Pavan /

Um caminhão vindo de Limeira, no Interior de São Paulo, tombou na manhã de ontem, na Estrada do Pavan, no Itapeti, e trouxe alguns transtornos para motoristas que chegavam a Cidade pela Rodovia Mogi-Dutra (SP-88). O condutor João David Francisco, de 30 anos, disse à Polícia Militar que o veículo perdeu o freio e, por conta disso, não conseguiu mais controlar a direção. Ele se feriu levemente e recebeu atendimento da equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros no próprio local.
O Volkswagen Tractor, cuja cabine tem placa DPE2170, de Santo André, e a carroceria a identificação HIJ7046, de Andradas, município de Minas Gerais, tombou logo após ter feito a curva de saída da SP-88 e entrada na Estrada do Pavan. O caminho é obrigatório para caminhões e outros veículos pesados para evitar acidentes na chegada ao Município. Nas décadas de 1980 e 90 diversos acidentes foram registrados próximo à Paróquia de Santa Cruz, na Ponte Grande. Caminhões invadiam casas porque perdiam a direção. Dezenas de mortes aconteceram neste período. Isso, porém, não impediu que acidentes recentes acontecessem. Em janeiro, um caminhão e um carro desenfreados derrubaram duas vezes o portão da igreja e foram parar no pátio. O Diário vem mostrando há vários meses por meio de reportagens os problemas da via e questionando a respeito das melhorias para o lugar.
O caminhão, carregado com celulose, saiu de Limeira pela madrugada e tinha como destino a fábrica da Companhia Melhoramentos, em Mogi, na divisa com Suzano. Agentes de trânsito precisaram controlar o fluxo no local. Até o fim da tarde de ontem o caminhão ainda não havia sido retirado do lugar. A condição ruim das pistas é motivo de reclamação dos motoristas que apontam a possibilidade de acontecer acidentes. O prefeito Marco Bertaiolli (PSD) comentou sobre a situação da estrada. “A responsabilidade por ela é do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Espero que esse projeto de duplicação da Mogi-Dutra contemple as melhorias na Estrada do Pavan. Poderíamos contar com o apoio dos nossos deputados estaduais. Eles, lá na Assembleia Legislativa, poderiam nos ajudar a conseguir que aquele trecho receba as tão necessárias melhorias”, disse o prefeito, ontem, em evento de inauguração do Centro Municipal de Programas Educacionais (Cempre) Oswaldo Regino Ornellas, em Jundiapeba.
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Hospital Santa Marcelina diz que o procedimento cirúrgico para retirar feto colocaria em risco a vida da mulher


Família está revoltada e quer mais informações sobre o que está acontecendo
Há cinco dias com o filho morto dentro da barriga, a dona de casa Jaqueline Aparecida Gomes, de 28 anos, e seus familiares queixam-se do descaso no atendimento do Hospital Santa Marcelina de Itaquaquecetuba. A paciente, que estava grávida de seis meses, deu entrada na unidade dia 8 de maio com pressão alta. Dois dias depois, a gestante se queixou por não sentir o bebê mexer e no domingo de Dia das Mães foi confirmado o óbito da criança.

A reportagem esteve na unidade hospitalar e conversou com Jaqueline, que estava em um quarto de observação. "Eu não aguento mais isso. Estou sentindo dores desde o início da semana e ninguém me fala nada aqui nesse hospital", reclama. Ela ainda afirma que os médicos não dão, ao menos, uma previsão de quando o feto será retirado. "Desde sábado eu não sinto o bebê mexer, mas só no domingo fizeram os exames que confirmaram o óbito", explica.

Os familiares da paciente estão aflitos com a situação, pois eles afirmam que os médicos do Santa Marcelina não dão informações sobre o quadro de saúde da dona de casa, que está internada há oito dias.

"Ela já está sofrendo por ter perdido a criança e agora tem que sofrer com a espera para retirá-lo de dentro dela", desabafa o marido de Jaqueline, o pedreiro Adilton Santana Brandão, 30. "Até agora já receitaram nove comprimidos nela, mas não realizam nenhum procedimento definitivo para tirar o bebê", disse.

A irmã de Jaqueline, a dona de casa Solange Fátima Gomes, 36, conta que já conversou com os médicos da unidade, porém, não obteve nenhuma resposta. "A médica diz que é normal ela sentir dor, mas ela pode pegar uma infecção se continuar demorando. A gente fica preocupada porque a saúde dela pode complicar", diz revoltada.


Resposta
A direção do Hospital Santa Marcelina de Itaquá, por meio da assessoria de Imprensa do Estado, informou que o procedimento cirúrgico para a retirada do feto está descartada por questões de segurança à saúde da paciente. No entanto, a equipe médica está induzindo o parto normal, por causa da prematuridade do feto, já que a cesariana colocaria em risco a vida da mãe.

A unidade ainda orienta a família de Jaqueline a procurar o chefe de obstetrícia ou o chefe de plantão médico do hospital para qualquer informação sobre os procedimentos.
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UBS vai custar R$ 620 mil para os cofres públicos e deve ser entregue até o primeiro semestre do ano que vem


Unidade será construída na rua Sebastião José de Almeida, 101; local já recebeu serviço de nivelamento
Uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) deve ser inaugurada até o primeiro semestre do ano que vem no Jardim Zélia, em Itaquaquecetuba. O posto terá capacidade para atender 12 mil pessoas e contará com uma equipe de 58 profissionais, incluindo três equipes do programa Estratégia em Saúde da Família (ESF) para prestar diversos atendimentos, até mesmo odontologia e obstetrícia. A obra vai custar R$ 620.336,77 para os cofres públicos e devem ter duração de 12 meses.

A UBS já tem o endereço, que será na rua Sebastião José de Almeida, 101, no qual a empresa MCN Construtora Administração e Incorporação de Imóveis Eireli ME deverá iniciar a construção até o próximo mês, já que o contrato com a prefeitura foi assinado na última quarta-feira. A unidade poderá ser inaugurada até junho de 2016.

O local vai disponibilizar serviços em diversas especialidades de atenção básica a saúde, no qual a comunidade terá à disposição consulta médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia, odontologia, enfermagem, vacinação, curativos, inalação e visita domiciliar do agente comunitário de saúde, além de distribuição de medicamentos.

A prefeitura deverá realizar um concurso público para a contratação de mais de 50 profissionais para compor o quadro de funcionários da UBS.

Segundo informações da prefeitura, cada equipe do programa ESF vai contar com um médico generalista, um enfermeiro, dois auxiliares de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde.

Já a unidade terá três médicos generalistas, três enfermeiros, seis auxiliares de enfermagem e 18 agentes comunitários de saúde, além de seis a oito funcionários administrativos.
No entanto ainda não há previsão de quando o concurso público do município será lançado.
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Três motocicletas, que estavam apreendidas por irregularidades e recolhidos ao pátio da Prefeitura Municipal, em César de Souza, mas acabaram sendo furtadas há cerca de um mês, foram recuperadas após investigações, coordenadas pelo delegado titular Alexandre Batalha e a sua equipe de policiais formada por Márcia, Joaquim e Cláudio.
Durante as investigações identificaram como autores dos furtos, os irmãos Paulo César Molina, de 24 anos, e Denis Walef Molina, de 18 anos.
Com eles, os policiais recueperaram três motocicletas furtadas, as quais foram apreendidas e devolvidas ao pátio da Prefeitura.
O delegado Alexandre Batalha mandou qualificar os acusados. Eles, então, foram interrogados e indiciados por furtos pela autoridade policial.
Em seguida, os dois foram colocados em liberdade, pois não foram detidos em uma situação de prisão em flagrante.
Segundo o delegado Alexandre, as buscas seguem com a finalidade de verificar de a dupla cometeu outros furtos. Além do mais, a equipe está empenhada em elucidar outros casos ocorridos nas dependências do pátio municipal, o qqual, por sinal, está superlotado com centenas de motocicletas e veículos apreendidos criminalmente e administrativamente. A ação faz parte da filosofia de trabalho empreendida pelo delegado seccional Marcos Batalha.
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O veículo desceu a ladeira da Rua Santa Rita e se chocou com o poste no Parque Morumbi 

Moradores do Parque Morumbi tiveram, na noite de ontem, a energia elétrica interrompida em decorrência de um acidente ocorrido por volta das 17h30, na Rua Monte Horebe, altura do nº 33, no Bairro. Jovino Antônio dos Santos, de 72 anos, saiu de casa e com o seu Fiat Palio CRW-8698 desceu a ladeira, vindo a perder o controle e bater no poste, o qual caiu sobre o veículo. Além de Jovino, sofreu ferimentos o seu filho Renato Antônio dos Santos, de 35 anos.
Pai e filho foram socorridos por equipes do Samu ao Hospital Luzia de Pinho Melo e à Santa Casa. Eles ficaram internados sob observação, pois bateram a cabeça no momento do choque.
O cabo Milton e o pm Pinheiro, da viatura 17.105, apresentaram a ocorrência no Distrito Central, onde foi registrada como lesão corporal culposa (sem intenção).
Segundo os primeiros levantamentos dos policiais, tudo indica que o acidente aconteceu após o veículo sofrer um problema mecânico,porém Jovino e o filho ainda abalados não souberam dizer com exatidão a causa do choque contra o poste.
Equipes da EDP Bandeirante Energia cuidavam ainda às 21 horas de efetuar a substituição do poste para reestabelecer o fornecimento de energia às 600 casas do Bairro.
O líder comunitário Décio Rodrigues Lopes disse a O Diário que “é preciso que a Secretaria Municipal de Transportes coloque uma placa na ladeira, visando alertar o motorista que ele deve reduzir a velocidade”.
Ele também reclamou que há cerca de 2 meses, em razão de acidentes, foram danificadas duas placas. Uma delas levava o nome da Praça Benedito Rodrigues Lopes e a outra indicava sinal de direção. “Eu entrei até com processo na Prefeitura, mas ninguém fez nada”. lamentou. (Laércio Ribeiro)
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Servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Suzano aderiram ontem à greve, por 24 horas, promovida em todo o Estado. Apenas alguns serviços com agendamento prévio foram realizados. As cidades de Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuba também tiveram o atendimento do interrompido. O DS questionou o órgão sobre a quantidade de pessoas prejudicadas, porém, em nota, não obteve a informação.
O INSS informou que os agendamentos de perícia médica serão remarcados pela própria agência onde o atendimento estava marcado. Os que tinham outros agendamentos (aposentadorias e pensões, por exemplo) e não conseguiram ser atendidos terão garantida a data da entrada do requerimento retroativa ao dia em que agendaram o pedido. Quem precisar pode também saber a nova data de sua perícia pelo telefone 135. O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sinsprev) já havia avisado o INSS sobre a paralisação.
Um aposentando, que prefere não se identificar, precisou buscar ontem um histórico de consignação, que só poderia ser retirado no INSS. Ao chegar ao local foi surpreendido pelo anúncio da não prestação de serviço. Segundo o aposentado, outras duas pessoas que estavam na sua frente também não tiveram os serviços solicitados efetuados. O aposentando ainda questionou um dos funcionários do local, que alegou que o órgão estava em greve.
O DS conversou com várias pessoas que estavam no local. Todas informaram que já haviam feito agendamento prévio. Próximo ao horário do almoço havia uma placa na porta do instituto avisando sobre a paralisação parcial na prestação de serviço.
SINDICATO
No comunicado feito pelo sindicato da categoria, a entidade informa que “todas nossas conquistas vieram da luta e mobilização”. E mais: “paralisações, greves e manifestações fazem parte do vocabulário dos trabalhadores para impedir a retirada de direitos e avançar nessas conquistas”.
Segundo o sindicato, a luta principal é a jornada de 30 horas. Faz parte de reivindicações o Plano de Cargos e Carreiras, concurso público, melhores condições de trabalho, adicional de qualificação, paridade entre ativos e aposentados e fim do assédio moral.
“A construção de nossa paralisação está sendo iniciada. O Comando de Mobilização coordenará as ações nacionalmente”, disse o sindicato.
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No Alto Tietê há entre 1,5 mil e duas mil empresas "fantasmas". Elas possuem endereço em determinada cidade, porém atuam em outra, tudo para evitar pagar impostos ou pagar menos tributos.
A informação foi passada ao DS pelo delegado da Receita Federal (RF), regional Guarulhos, Paulo Antonio González. Ontem, ele esteve em Poá durante a “Operação Caixa Postal”, com foco no combate a esse tipo de fraude, que gera prejuízos aos cofres públicos.
A investigação do órgão começou há três meses. “Durante toda essa semana estamos indo até os endereços onde temos suspeitas de que essas empresas não existam. No primeiro dia fechamos 90 empresas em outro endereço aqui em Poá”, disse ontem, enfatizando que a fiscalização na região deve durar mais quatro ou cinco meses.
González detalhou que do total de companhias suspeitas, 300 teriam como endereço uma única sala, em local ainda não divulgado para não atrapalhar a apuração das suspeitas.
Desde o início da semana, a operação é realizada em Poá, mas ainda deve passar por Itaquaquecetuba. Até então, 840 empresas podem ser fechadas pela Delegacia da Receita Federal (DRF).
Questionado, o delegado apontou que as operações não excluem da isenção de irregularidades empresas situadas em Suzano e em outras cidades do Alto Tietê. “Chegamos a investigar alguns. Mas é que os casos mais graves estão aqui na região de Poá e de Itaquaquecetuba”, ponderou. “O caso mais ‘alarmante’ é dessas 750 (empresas), que particularmente é um absurdo”.
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SUZANO: nova estação.

 lado que dará acesso ao terminal de ônibus coletivos  da cidade, sairá uma passarela de dentro do acesso do terminal até a estação.
 frente entre as ruas benjamim  constante, e Francisco gricelio. no local onde existia a bilheteria será estalado a passarela em forma de "T" que já se encontra no início do seu posicionamento.
novas Imagens mostra os avanços da nova estação de Suzano. o ritmo continua bem elevado considerando-se os dos inícios das obras.
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 Câmera do Curiosity fez essa imagem noturna de um buraco perfurado pelo robô e, dentro do buraco, vários pequenos cortes feitos com laser; o local foi iluminado pelas luzes da câmera (Foto:  NASA/JPL-Caltech/MSSS)
Câmera do Curiosity fez essa imagem noturna de um buraco perfurado pelo robô e, dentro do buraco, vários pequenos cortes feitos com laser; o local foi iluminado pelas luzes da câmera 

ANÁLISE DO MATERIAL BUSCA SABER SE MARTE JÁ TEVE CONDIÇÕES DE ABRIGAR VIDA.
ESTA É A TERCEIRA VEZ QUE O ROBÔ FAZ PERFURAÇÕES NO SOLO MARCIANO.

O jipe-robô Curiosity coletou amostras de rocha em pó do solo de Marte na semana passada, de acordo com a Nasa. A agência espacial americana afirmou que as porções foram retiradas a partir de uma perfuração em uma rocha sedimentar feita pelo próprio robô e que já foram encaminhadas para serem analisadas por instrumentos laboratoriais dentro do próprio Curiosity.

A rocha perfurada, chamada "Windjana", é uma placa de rocha sedimentar que fica em uma região marciana chamada "The Kimberley". Além de perfurar a rocha, o veículo da Nasa também fez cortes em alguns pontos do buraco com um laser disparado a partir do alto de um mastro fixado ao robô.
A perfuração e os cortes feitos com laser foram examinados pela câmera e pelo espectrômetro fixados no braço robótico do veículo.
 Imagem também feita pelo Curiosity mostra região da rocha Windjana, onde o robô perfurou um buraco para coleta de amostras de rocha  (Foto: NASA/JPL-Caltech/MSSS)
Adicionar legendaImagem também feita pelo Curiosity mostra região da rocha Windjana, onde o robô perfurou um buraco para coleta de amostras de rocha (
O Curiosity - que pousou em Marte em agosto de 2012 para buscar informações sobre o planeta vermelho - levará consigo amostras coletadas para que outras análises possam ser feitas durante as pausas do jipe.
Esta é a terceira vez que o robô faz perfurações no solo marciano. As coletas anteriores de materiais rochosos permitiram concluir que o planeta já abrigou, no passado, condições favoráveis à vida microbiana.
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Os funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) prometem entrar em greve na próxima quinta-feira e todas as linhas serão paralisadas. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores de Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, pelo menos 800 mil passageiros na Linha 11 - Coral e 500 mil na Linha 12 - Safira serão afetados pela greve.
De acordo com o site da CPTM, são 594,6 mil passageiros na linha que atende ao trecho Luz-Estudantes (11-Coral) e 216,8 mil na Linha 12- Safira (Brás-Calmon Viana). Ambas as linhas abrangem não apenas a região do Alto Tietê, mas também a Zona Leste de São Paulo. Na região, são 99 mil passageiros afetados diariamente, 24 mil deles só em Suzano. Pelo menos 2,8 mil funcionários devem “cruzar os braços” nas duas linhas.
Segundo o diretor suplente e secretário de imprensa do sindicato, Lourival Pereira Santos Junior, a greve será mantida por tempo indeterminado. “Não queremos prejudicar a população, mas é inevitável. Estamos em negociação há meses e a CPTM apresentou sua proposta final que não atende às nossas demandas”, explica.
A decisão de entrar em greve foi deliberada em assembleia realizada na última quinta-feira. Com a paralisação da categoria, cerca de 2,8 milhões de usuários serão afetados por dia em toda a Região Metropolitana de São Paulo.
As reivindicações dos trabalhadores foram apresentadas à CPTM. Os funcionários pedem garantia mínima de R$ 5 mil por trabalhador na participação dos resultados, ganho que tem sido variável definido por metas que, de acordo com o sindicato, dificilmente são atingidas.
Eles exigem reajuste salarial com reposição da inflação entre março do ano passado e fevereiro deste ano, algo em torno de 5,4% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais 8% de ganho real - o que, segundo o sindicalista, foi negado. Eles reivindicam ainda o aumento do vale refeição para 24 cotas de R$ 30 mensais. Hoje, eles recebem 22 cotas de R$ 23. Há ainda a exigência de R$ 247,69 para o vale alimentação, de modo que seja equiparado ao dos metroviários. Hoje, os trabalhadores da CPTM recebem R$ 100 do direito.
O diretor sindicalista afirma ainda que aguarda comunicação com a CPTM para verificar a reação da empresa em relação à confirmação da greve. “A paralisação vai durar até que a CPTM nos apresente uma proposta minimamente discutível”.
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Duas pessoas morreram, na madrugada de ontem, durante tentativa de assalto, em Ferraz de Vasconcelos. Um policial militar à paisana presenciou o crime e atirou na direção dos suspeitos. Em meio ao tiroteio, um adolescente de 17 anos, e um motorista, de 42, morreram.
Por volta da 0h30, as vítimas, Orlando Carmo Comba, e uma dona de casa, de 43 anos, seguiam em uma Yamaha Fazer preta pela Estrada do Bandeirante, no bairro Conjunto Bandeira, quando foram abordados por dois adolescentes que estavam em uma moto do mesmo modelo, só que de cor azul.
Depois disso, os suspeitos, C. G., e K.H.L.S, ambos com 17 anos, mandaram que as vítimas entregassem a motocicleta.
Apesar disso, um PM, de 29 anos, presenciou a cena e resolveu prender os suspeitos. O agente, que estava em um carro Gol branco, estacionou próximo ao local onde estavam os suspeitos e disse que era policial militar e que eles deveriam baixar armas e se entregar. Nesse momento, o adolescente C. G. partiu na direção do agente e disparou algumas vezes. Para revidar a agressão, o PM atirou e atingiu o adolescente, que morreu na hora.
Percebendo que o comparsa havia sido atingido, o outro menor subiu na moto, acelerou e deu diversos tiros para trás. Novamente, o policial disparou e acertou o braço do adolescente, que acabou caindo. Mesmo baleado, o suspeito conseguiu fugir a pé. Ele foi detido horas depois ao dar entrada em um hospital de Itaquera.
Durante a troca de tiros, o motorista também foi baleado na cabeça. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada e encaminhou a vítima para o Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu.
Em depoimento no Distrito Policial (DP) Central da cidade, a dona de casa contou que não viu os menores atirando no motorista e que não sabe dizer de onde partiu o tiro que o matou.
Segundo o delegado-titular da Delegacia de Polícia (DP) Central da cidade, Wagner Lombisani, o corpo do motorista foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Suzano, onde passará por exames. Caso haja alguma bala alojada na vítima, ela deverá ser comparada com cápsulas apreendidas no local e determinar de onde partiu o disparo.
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