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No início do mês, a Prefeitura de Suzano, por meio do Departamento de Fiscalização de Posturas e da Guarda Civil Municipal (GCM), realizou ação de fiscalização dos vendedores ambulantes na área do Terminal Vereador Diniz José dos Santos Faria, o Terminal Norte.
Além disso, as duas forças se empenham para fiscalizar a ação dos "guardadores de carros" nas ruas da cidade. A informação foi divulgada durante a reunião do Conselho Municipal de Segurança e Defesa Social (Comsedes).

PONTOS DA CIDADE
De acordo com os conselheiros, a situação ocorre em alguns pontos da cidade. Já o secretário da Defesa Civil e Social, o coronel Álvaro Dias da Cunha, disse que a administração não aceita esse tipo de serviço no município. Pois, em Suzano, existe o serviço de estacionamento rotativo, a Zona Azul. "O prefeito Paulo Tokuzumi (PSDB) não aceita isso e nos pede o reforço na fiscalização", frisa.
Os outros membros do Comsedes também concordam e apoiam a operação de fiscalização. Alguns deles disseram que a situação é constrangedora. Entre os membros do conselho estão pessoas da sociedade civil, GCMs e representantes de instituições suzanenses.
CENTRO
Hoje, Suzano possui hoje mais de 1,5 mil vagas de Zona Azul. Os talões são vendidos ao preço de R$ 1. Entre as ruas que mais sofrem com as ações dos olheiros de carros está a General Francisco Glicério, Presidente Rodrigues Alves, Portugal Freixo, Sete de Setembro, Roberto Bianchi, Avenida Nove de Julho e Praça dos Expedicionários.
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Menino de 4 anos foi deixado com vizinho e se queixou de dores.
Mãe tinha ido visitar marido no CDP; suspeito já tem passagem.

Um homem de 22 anos foi preso por suspeita de abusar sexualmente de um menino de 4 anos em Biritiba Mirim. O caso foi na noite de domingo (20) e está sendo investigado pela Polícia Civil.
Segundo o depoimento da mãe do menino, ela foi visitar o pai do garoto, que está preso em um Centro de Detenção Provisória (CDP), e deixou a criança na casa de um vizinho. Quando retornou da visita, o filho reclamava muito de dores nas nádegas. Ela levou o menino ao médico, que constatou que havia lesões na região do ânus. O menino teria dito para a mãe que o vizinho o machucou.
O homem já possui passagem por tráfico de drogas e foi preso em flagrante. Ele foi encaminhado para a cadeia de Mogi das Cruzes.
A criança passou por exame pericial no Hospital Pérola Byington. A polícia aguarda o resultado.
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Embora papel seja do governo do Estado, municípios são unânimes em dizer que investimento traz resultados


Além de investir em guardas civis, viaturas e pró-labore, municípios implantam sistemas de monitoramento
As cidades do Alto Tietê colaboram financeiramente com a segurança pública, auxiliando as polícias. A maioria assume despesas com aluguel de prédios, manutenção de viaturas, concessão de pró-labore, convênios com a "Atividade Delegada", entre outras ações. Há uma unanimidade entre os governos de que este investimento traz resultados.

A Secretaria de Segurança de Mogi das Cruzes, que tem Orçamento de R$ 17 milhões, colabora com as polícias da cidade com um investimento de R$ 3.133.200,00 (leia mais valores no quadro). "A segurança é um dever do Estado, mas todos têm responsabilidade", afirma o secretário Eli Nepomuceno.
Segundo a Secretaria de Comunicação Institucional (Secoi) de Suzano, a Secretaria de Defesa Civil e Social de Suzano tem Orçamento de R$ 12,1 milhões para cobrir as despesas relacionadas à segurança. "A concessão de pró-labore a policiais militares e bombeiros foi recentemente aprovada pela Câmara", adianta.

Poá investe também em pagamento de pró-labore aos policiais e no "Atividade Delegada", que permite que policiais atuem nas ruas nos horários de folga, impactando em 14,4% do Orçamento da Secretaria de Segurança Urbana. "Em relação ao investimento municipal, nota-se a redução dos principais indicadores criminais na região central", afirmou a Secretaria de Comunicação.

Mensalmente, Ferraz de Vasconcelos colabora com a segurança pública com R$ 500 mil, que são revertidos para a gratificação dos PMs, aluguéis, manutenção, combustível e empresa de segurança nos estabelecimentos de ensino. "É um investimento significativo", avalia em nota a prefeitura, mas reconhece que traz a sensação de segurança.

Apesar de não especificar o montante destinado ao setor, Itaquaquecetuba garantiu que o município arca com os aluguéis dos imóveis das Companhias da PM, do 1º Distrito Policial, da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) e da Delegacia de Homicídios. Investe ainda na cessão de funcionários e despesas, como água, energia elétrica e telefones, além do pagamento do pró-labore da PM e Civil. A cidade ainda não conta com o programa "Atividade Delegada".


Monitoramento
Mogi tem 284 câmeras e tem a previsão de renovação no valor de R$ 400 mil para a troca das câmeras mais antigas. Com verba do governo federal, a substituição deve ocorrer até o final deste semestre.
Em Suzano há 23 câmeras de e há previsão da compra de mais 70 para expandir o monitoramento aos bairros. O município ainda estuda a implantação da "Atividade Delegada".

Poá conta com 72 câmeras de segurança. "Há um projeto de ampliação do sistema para, no mínimo, cem câmeras", adiantou o governo. Ferraz já licita a implantação de 20 câmeras. Já Itaquá, que conta com 22, espera aumentar em mais 13 para o monitoramento da área ambiental.
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Alguns alunos fazem rodízio por causa da fala de profissionais, dizem pais.
Eles relatam ficar na porta para ter certeza que filhos terão aula.

A falta de professores em uma creche de Suzano está atrapalhando a rotina de pais e mães dos alunos. Algumas crianças já estão participando de um rodízio por causa da escassez de profissionais. Camila Christiane Ribeiro Rodrigues mora em Suzano e trabalha em um hospital de Mogi das Cruzes. O filho de 3 anos fica na Creche Elizabeth Ueba Lopes Rodrigues, no Parque Maria Helena. Nas últimas semanas a rotina da família está sendo alterada. “No dia 9 de abril meu filho não teve aula. No dia 12 de abril a diretora fez uma reunião e disse que não tinha professora, faxineira e nem merendeira na creche. Por isso, as crianças não teriam aula em algum dia da semana”, explica Camila. Ela disse que no dia que a criança ficou em casa foi o marido quem tomou conta do filho. “Eu preciso sair de casa às 12h para ir trabalhar. Meu marido trabalha à noite e dorme durante o dia. Mas neste dia eu o acordei às 12h para ele ficar com o nosso filho.”
A filha de 6 anos da ajudante de cozinha, Priscila Barbosa Lima também estuda na creche. “No ano passado foi a mesma coisa, mas esse ano está pior. Está faltando professor e as crianças precisam voltar para casa”, desabafa Priscila. Ela diz que é o marido quem leva a filha para creche. “Todo dia ele fica na porta para saber se vai ter professor e se a menina vai ficar lá.”
A neta de 2 anos da dona de casa Vera Mônica Canuto também ficou sem aula no dia 9 de abril. “A diretora explicou na reunião que está com falta de professores e que se não normalizar vai ter revezamento entre as salas de aula.” Vera disse que essa não é a primeira vez que a unidade tem problemas. “No início do ano a creche ficou mais de 15 dias tendo apenas de duas a três horas de aula por dia. Depois normalizou”, reclama. Os pais da netinha de Vera trabalham o dia todo e ela tem uma filha especial. “Com a escola fico mais tranquila para cuidar da minha filha. É claro que sem aula a gente cuida, mas fica difícil.”
O bebê de 6 meses de Patrícia Cristina Marcolino dos Santos também fica na creche do Parque Maria Helena. Ela trabalha e conta que o marido trabalha durante a noite. “Na reunião, eles informaram sobre a falta de professores. Agora o meu marido fica na porta da creche para saber se o bebê vai ficar ou não”, conta Patricia.
Prefeitura
Em nota, a secretaria municipal de Educação informa que "a Escola Municipal de Ensino Infantil Elizabeth Ubeda Lopes Rodrigues possui déficit de sete Auxiliares de Desenvolvimento Educacional, que serão supridos por meio dos ingressantes do Concurso Público, cuja classificação final foi publicada no dia 17 de abril".
A Prefeitura informa ainda que "as faltas dos professores ocorrem por conta de abonadas, falta médica e comparecimento ao júri". A pasta ressalta ainda que" não autoriza, em nenhum momento, rodízio de turmas".
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No mesmo dia, só que no período da noite, um pedreiro foi morto após ser esfaqueado durante uma briga com um companheiro de trabalho


Morte da mulher ocorreu em uma casa no distrito de Taiaçupeba durante uma confusão na madrugada
Dois homicídios foram registrados em menos de 24 horas em Mogi das Cruzes. O primeiro ocorreu em Taiaçupeba na madrugada de domingo, quando um adolescente, de 17 anos, feriu a tia com uma faca de cozinha após um desentendimento. O outro crime ocorreu na noite do mesmo dia, na Vila Oropó, onde um pedreiro assassinou o colega de trabalho no alojamento onde estavam.

Em Taiaçupeba, a vítima foi a dona de casa Tatiani Aparecida Fabiano, 27. O crime aconteceu no momento de uma festa na casa da vítima, por volta das 2h30, em que a tia e o sobrinho se desentenderam. Os familiares tentaram acalmar o adolescente, mas, mesmo assim, ele foi até a cozinha e pegou uma faca para agredir a tia.

Tatiani foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que a levou para a Santa Casa, mas ela não resistiu aos ferimentos e sofreu uma parada cardiorrespiratória.

O infrator foi levado para o 2º DP e encaminhado para uma cela separada dos demais detentos, onde deve permanecer à disposição da Vara da Infância e Juventude de Mogi das Cruzes.

Na Vila Oropó, outro homicídio foi registrado na noite de domingo, na avenida das Nações, onde o pedreiro Raimundo Nonato Nunes Ferreira, 24, foi assassinado pelo colega de trabalho Gilson Vieira Pereira, 25.

Eles estavam morando em um alojamento disponibilizado pela construtora em que trabalhavam enquanto aguardavam o pagamento do salário.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 19h30, chegaram alimentos aos trabalhadores. Neste momento, revoltado com a situação, Pereira tentou proibir todos de se alimentarem, porém o primo dele não aceitou a imposição, foi quando o autor do crime entrou no local com um pedaço de garrafa de vidro para agredir o primo. Todos tentaram interferir para evitar a agressão, foi quando Ferreira entrou em luta corporal com o colega e golpeado embaixo da axila direita. Ele não resistiu ao ferimento.

O criminoso tentou fugir, mas foi encontrado minutos depois amarrado a um poste na rua Tobo e foi detido.
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O sistema de ensino de Suzano está sobrecarregado. Excesso de alunos nas salas de aula e falta de novas escolas na cidade ajudam a ilustrar a situação. O apontamento foi feito ontem pela Subsede do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) situado no município. 

De acordo com pesquisa divulgada pelo Data Popular, no site do sindicato, 57% dos professores e 70% dos alunos consideram a própria escola violenta. Além disso, 84% dos professores e 77% dos alunos dizem já ter tomado conhecimento de algum caso de violência em alguma unidade escolar no último ano.

A coordenadora da subsede e diretora estadual da Apeoesp, Ana Lúcia Ferreira, destaca que os dados não são específicos, ou seja, tratam da realidade de São Paulo, no entanto, as situações relatadas na pesquisa são facilmente transportadas para o município.
"Em Suzano há excesso de alunos nas salas de aula. Faltam novas escolas para fazer o escoamento de alunos e precisamos de mais funcionários. As infraestruturas também estão precárias. No início do ano letivo não havia cadeiras em algumas escolas. A insegurança também é algo que preocupa os professores e alunos", destaca.

CAMPANHA Ana explica que a pesquisa foi feita com 700 professores, pais e alunos, respectivamente. Como resultado da mesma surgiu a campanha nas redes sociais #temalgoerrado. O objetivo da iniciativa é colher relatos e denúncias para em seguida debater, encontrar soluções e levar os fatos ao governo do Estado.

"A falta de espaço não nos permite, por exemplo, aplicar aulas de reforço aos alunos. Assim a progressão continuada "não funciona". A insegurança é outro item agravante e há muitos casos de ameaças e agressão verbal contra professores. Já entre os alunos hás brigas e violência física", afirma.

SOLUÇÕES
Para tentar levar a consciência sobre a violência contra os professores, a Apeoesp vai realizar no 2º semestre deste ano um encontro para mulheres. Isso porque 80% dos professores de Suzano são do sexo feminino e, assim, se tornam vítimas de machismo e discriminação. "Se houver mais investimentos na progressão continuada teremos escolas melhores e mais efetivas", finaliza a coordenadora.
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A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Assuntos Urbanos, está elaborando um Plano de Mobilidade que visa melhorar a acessibilidade no município. O projeto prevê melhorias nas ruas e calçadas, bem como no sistema de transporte coletivo e individual. A previsão é de que também haja implantação de ciclovias.

Além disso, a administração municipal também tem estudos para a elaboração de um Plano de Arborização, que tem o objetivo de resolver a questão das árvores nas calçadas que têm porte inadequado.
Estas dificultam a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, crianças e idosos, conforme nota enviada pela Secretaria de Comunicação Institucional (Secoi). Apesar das declarações, uma data ainda não foi estipulada para que tais ações comecem a ser colocadas em prática. 

Ainda de acordo com a Secoi, o Setor de Fiscalização tem notificado os proprietários dos imóveis a adequarem suas calçadas, uma vez que as pessoas têm responsabilidade de manutenção do passeio público, segundo a assessoria. 

Para a presidente do Movimento Pelos Direitos dos Deficientes Físicos (MDDF) de Suzano, Maria Aparecida Botaro, a maior dificuldade das pessoas com mobilidade reduzida são os desníveis das calçadas no município. A implantação de rampas nas vias também é algo extremamente necessário, segundo ela. 

"Se as ruas fossem adaptadas, seria maravilhoso, pois assim todos conseguiriam se locomover, inclusive quem utiliza cadeira de rodas, por exemplo. Observamos também que, em algumas ruas, há rampa apenas de um lado. Ou seja, se a pessoa cadeirante quiser atravessar, ela não consegue", comentou Maria.

INTEGRAÇÃO DE TRANSPORTE
Conforme o DS divulgou na semana passada, o grupo de trabalho de mobilidade urbana do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) estuda a integração entre trens e ônibus na região. O objetivo é fazer com que seja emitido apenas um bilhete, com valor justo, para utilizar os ônibus da Empresa Metropolitana de Transporte Urbano (EMTU) e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A viabilização da ação ainda está sendo discutida.
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Animais são mortos por raio em fazenda de Pedro Afonso (TO). (Foto: Divulgação/João Damasceno de Sá Filho)
Animais são mortos por raio em fazenda de Pedro Afonso (TO)
A queda de um raio provocou a morte de 51 cabeças de gado em uma fazenda do município dePedro Afonso, região central do Tocantins. Segundo o proprietário do imóvel, João Damasceno de Sá Filho, o prejuízo é superior a R$ 60 mil. O fazendeiro acredita que os animais morreram por volta das 19h de sexta-feira (28). Eles só foram encontrados às 8h30 da manhã do dia seguinte.Sá Filho conta que, desde que começou a trabalhar com gado, em 2007, isso nunca havia acontecido. Antes do acidente ele possuía 826 cabeças de gado. Ainda chovia no dia seguinte, e por causa da demora para encontrar as carcaças, a carne não pôde ser aproveitada. Os animais mortos foram enterrados.

Segundo o meteorologista José Luiz Cabral, da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), cerca de 3 milhões de raios caem no estado por ano.  Ele declarou que no estado não existe cultura de prevenção contra raios e que é necessária a instalação de para-raios no campo. Ele disse ainda que em outros estados é comum que os pequenos pecuaristas invistam em proteção contra descargas elétricas.

Raio matou animais durante tempestade na sexta-feira (28). (Foto: Divulgação/João Damasceno de Sá Filho)
Raio matou animais durante tempestade na sexta-feira (28)
Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Tocantins é o oitavo estado em que mais caem raios no país, o primeiro é o Amazonas. O Elat destacou ainda que os animais não são os únicos afetados pelos raios. Segundo o grupo, em média 130 pessoas morrem por ano em razão dos raios no Brasil, a maioria (24%) é composta por trabalhadores do setor agrícola.
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Índios isolados no Acre (Foto: Lunae Parracho/Reuters)
Índios considerados sem contato por antropólogos apontam para avião em região do Acre 
Índios considerados sem contato por antropólogos apontam para avião em região do Acre (Foto: Lunae Parracho/Reuters)
Índios isolados no Acre 
Foto feita no dia 25/3 e divulgada pela Reuters mostra índios olhando para avião que sobrevoa região na bacia amazônica, no Acre, na fronteira com o Peru. Líderes de tribo Ashaninka que divide o território pediram ajuda para controlar invasão da terra (Foto: Lunae Parracho/Reuters)
Foto feita no dia 25/3 e divulgada pela Reuters mostra índios olhando para avião que sobrevoa região na bacia amazônica, no Acre, na fronteira com o Peru. Líderes de tribo ashaninka que divide o território pediram ajuda para controlar invasão da terra por madeireiros (
A agência de notícias Reuters divulgou, nesta sexta-feira (28), imagens de um sobrevoo numa região perto do Igarapé Xinane, no estado do Acre, próximo ao Peru, onde vivem índios que não mantêm contato com o mundo externo, possivelmente por preferirem viver assim.
Por isso, são chamados não-contactados ou isolados pelos antropólogos. As fotos são de terça-feira. Índios ashaninkas, que também vivem na região e têm contato com o "homem branco" e com esses índios isolados chamaram a atenção de ONGs e autoridades para o risco de os não-contactados estarem sendo pressionados pela ação de madeireiros ilegais peruanos.
Em algumas das fotos aparecem objetos que aparentam ser de metal, como uma panela. Os índios isolados podem possuir esses utensílios porque os furtam de outros indígenas ou demais pessoas que vivam nas redondezas. Também há casos em que indigenistas deixam facas, panelas e ferramentas em determinados locais na mata para os isolados recolherem, justamente para evitar que entrem em conflito com madeireiros ou garimpeiros, por exemplo. De forma geral, os isolados não vivem assim por desconhecer o mundo externo, mas porque voluntariamente evitam fazer contato com ele.
Atualmente, a política brasileira para esses indígenas é de deixá-los sem contato enquanto assim desejarem. A Funai trabalha para restringir o acesso de pessoas estranhas a seus territórios. Historicamente, quando os povos indígenas têm o primeiro contato com o "homem branco" o resultado costuma ser desastroso: muitos morrem por doenças ou o encontro acontece já numa situação de disputa por terras.
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Em imagem divulgada nesta quarta-feira (2), satélite registra os danos causados pelo deslizamento de terra no estado norte-americano de Washington. O número de mortes confirmadas subiu para 28 na terça-feira, enquanto outras 22 pessoas ainda estão desaparecidas, mais de uma semana depois do desastre
 Incêndio de grandes proporções atinge barracos de comunidade Esmaga Sapo sob viaduto Alberto Badra, no bairro da Penha, zona leste de São Paulo, nesta quarta-feira (02). O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater às chamas. O trânsito na região foi prejudicado
 m crocodilo de uma tonelada que teria comido quatro pescadores às margens do lago Vitória, em Uganda, foi capturado após quatro dias de tentativas. O caso aconteceu na segunda-feira (31), no distrito de Kakira, mas só foi divulgado nesta quarta (2), pelo UWA (Uganda Wildlife Authority, órgão ambiental local)
  O vice-prefeito de Jatobá do Piauí, Aloisio Bandeira, morreu após sofrer acidente na BR-343, na entrada de Teresina. A morte aconteceu por volta das 22 horas de terça-feira (1). O vice-prefeito estava como passageiro do caminhão, que era conduzido por Licinto Soares Martins. O veículo levaria uma carga de melancias para a Ceapi (Central de Abastecimento do Piauí). O motorista foi socorrido para o Hospital de Urgências de Teresina e não corre risco de morte. O corpo de Bandeira será enterrado nesta tarde
Em imagem de arquivo, de 9 de julho de 2004, o submarino nuclear britânico HMS Tireless se aproxima no porto de Gibraltar - enclave britânico na península ibérica. Segundo o primeiro-ministro malaio, o HMS Tireless passou nesta quarta-feira (2) a colaborar nas operações de busca aos destroços do voo 370 da Malaysian Airlines, desaparecido no oceano Índico desde 8 de março
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Ocupação militar terá 2,7 mil homens até o dia 31 de julho.
Área vai receber a 39ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).


Exército estava com blindados posicionados em diversos acessos da comunidade às margens da Avenida Brasil na manhã deste sábado (5). (Foto: ERBS JR./ESTADÃO CONTEÚDO)Exército estava com blindados posicionados em diversos acessos da comunidade às margens da Avenida Brasil na manhã deste sábado 
Tropas do Exército e da Marinha começam a substituir parte do efetivo da Polícia Militar no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, a partir deste sábado (5). A operação batizada de "São Francisco" — coordenada pelo Comando Militar do Leste (CML) — tem 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso). A Aeronáutica poderá auxiliar as operações, caso seja necessário.
O deslocamento dos militares começou por volta das 5h. Para facilitar o deslocamento das tropas e blindados, a pista lateral da Avenida Brasil, entre Manguinhos e Ramos, sentido Zona Oeste, chegou a ser interditada. O trânsito na Linha Vermelha não foi interrompido.
Homens do Exército faziam blitz em todos os acessos da comunidade desde o fim da madrugada. O clima era de aparente tranquilidade nestas áreas por volta das 7h.
De acordo com o Ministério da Defesa, a Força de Pacificação atuará até o dia 31 de julho em uma área de aproximadamente dez quilômetros quadrados. A ação será comandada pelo general de brigada Roberto Escoto, comandante da Infantaria Paraquedista, uma unidade de emprego estratégico do Exército.
As forças de segurança do Rio de Janeiro ocuparam no domingo (30) 15 comunidades da Maré, onde vivem 130 mil pessoas. A área está sendo preparada para receber a 39ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). A entrada da polícia durou 15 minutos. Segundo a Secretaria de Segurança, a ocupação contou com 1.180 policiais militares.
Ao mesmo tempo, em diversos pontos da cidade, foram feitas operações da polícia para prender pessoas ligadas a crimes no Conjunto de Favelas da Maré.
A região, uma das violentas da capital, é considerada estratégica por estar localizada entre as Linhas Vermelha e Amarela, Avenida Brasil — principais vias expressas da cidade — e o Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão).
Mapa do Conjunto de Favelas da Maré (Foto: Editoria de Arte/G1)Mapa do Conjunto de Favelas da Maré 
Blindados do Exército e da Marinha
A operação "São Francisco", segundo o general Ronaldo Lundgren, chefe do Centro de Operações, prevê o emprego de blindados do Exército e da Marinha, além de carros para transporte e logística, motocicletas e aeronaves do Comando de Aviação do Exército.
O general acrescentou que é possível haver uma prorrogação no período da ocupação caso seja necessário.
"Depende do interesse do governador do estado. Dependendo da decisão da presidente, estamos prontos para prosseguir. Nossas tropas vão ocupar bases num terreno que ainda não foi definido. E estamos autorizados a realizar patrulhamento ostensivo, revista e prisão de flagrante delito", explicou Lundgren.
Para coibir possíveis excessos das tropas militares durante a operação, o general informou que será divulgado um telefone para denúncias. "Nossas tropas vão agir de acordo com as normas que são bem claras, daquilo que pode e não pode ser feito. Além disso, não teremos soldados atuando destacados. Não digo que não possam ocorrer falhas, mas estamos preparados para tomar as providências que são cabíveis”.
Segundo Lundgren, a operação foi batizada de "São Francisco", em homenagem ao Papa, pelo esforço para "levar a paz para a região". "Achamos que podemos melhorar a qualidade de vida para aquela população da região", explicou o general.
Ataques as UPPs
A ocupação do Conjunto de Favelas da Maré ocorreu após uma série de ataques as UPPs. No dia 20 de março, três unidades foram alvos de criminosos: Manguinhos, Camarista Méier e a do Conjunto de Favelas do Alemão, todas na Zona Norte do Rio.
Horas após a ocupação da comunidade, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, disse que o trabalho foi uma resposta ao crime organizado. "Fomos provocados e intimidados nos últimos dois, três meses pelo poder paralelo em uma tentativa de enfraquecer uma política de segurança. É uma resposta que o povo do Rio de Janeiro e do Brasil reconhece", afirmou Cabral.
O Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio em fotografia aérea feita nesta sexta (28). O complexo será ocupado neste domingo (30) numa ação conjunta das tropas federais com a polícia (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)O Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio em fotografia aérea feita no dia 28 de março. 
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Corpo é retirado do local da explosão da bomba da II Guerra Mundial em Bangcoc (Foto: Reuters/Stringer)


Explosão criou uma cratera e danificou estruturas a até 500 metros de distância (Foto: Reuters/Stringer)



Bombeiros trabalham no local de uma explosão em uma oficina de reciclagem de metal em Bangcoc, Tailândia. Ao menos 7 pessoas morreram na explosão causada quando funcionários tentavam abrir uma bomba da época da II Guerra Mundial, segundo a polícia (Foto: Reuters/Stringer)
Bombeiros trabalham no local de uma explosão em um ferro-velho em Bangcoc, na Tailândia 

Pelo menos sete pessoas morreram e 19 ficaram feridas nesta quarta-feira (2) em Bangcoc devido à explosão de uma bomba da Segunda Guerra Mundial, em um incidente provocado por homens que trabalham com sucata e que tentavam recolher metal.
A bomba de 225 quilos foi encontrada em um terreno em construção e depois vendida a um ferro-velho na periferia da capital da Tailândia.
'Os homens acreditavam que a bomba não poderia explodir e começaram a cortá-la em duas, o que provocou a explosão', disse o comandante de polícia Virasak Foythong.
Sete pessoas morreram e 19 ficaram feridas, segundo o centro de emergências da cidade. A polícia confirmou o balanço e informou que a explosão provocou uma grande cratera e danos materiais em um raio de 500 metros.
Sobre a bomba
Kamthorn Ouicharoen, da unidade de retirada de minas da polícia, informou à AFP que a bomba tinha 225 quilos e havia sido utilizada na Segunda Guerra Mundial.
Durante o conflito, os Aliados bombardearam Bangcoc em represália pela aliança da Tailândia com o Japão.
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Moradores caminham por estrada danificada pelo terremoto de 8,2 graus de magnitude que atingiu a costa do Chile, em Iquique, no norte do país, nesta quarta-feira (2)
Várias pessoas acampam na beira da estrada e descem uma colina rumo às suas casas, após alerta de tsunami emitido nesta quarta-feira (2) em Arica, no Chile. O alerta acontece depois de o norte do país ter sido atingido por um terremoto de 8,2 graus de magnitude na noite dessa terça (1º)

Um homem observa carro soterrado após um terremoto seguido de tsunami que atingiu o norte do porto de Iquique, nesta quarta-feira (2). A presidente do Chile, Michelle Bachelet, declarou estado de emergência no país, após tremor de 8,2 graus de magnitude ter atingido o norte do país na noite de ontem (1º) 


Barcos de pesca arrastados por tsunami em Iquique, no norte do Chile. Um terremoto de magnitude 8,2 atingiu a região norte do país na noite de terça-feira (1º), causando a morte de ao menos seis pessoas.

Rua de Iquique fica alagada após terremoto de 8,2 graus de magnitude seguido por tsunami que atingiu a costa norte do Chile na noite de ontem (1º)
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Acesso ao município de Moju, região Nordeste do Pará, via terrestre está interrompido depois que parte da ponte que dá acesso ao município caiu na madrugada do último domingo (23) após uma balsa transportadora de óleo destruir um dos pilares que sustenta a estrutura
Acesso ao município de Moju, região Nordeste do Pará, via terrestre está interrompido depois que parte da ponte que dá acesso ao município caiu na madrugada do último domingo (23) após uma balsa transportadora de óleo destruir um dos pilares que sustenta a estrutura
O acesso ao município de Moju, região Nordeste do Pará, via terrestre está interrompido depois que parte da ponte que dá acesso ao município caiu na madrugada do último domingo (23) após uma balsa transportadora de óleo destruir um dos pilares que sustenta a estrutura. A construção integra o complexo Alça Viária, entregue a população em 2002, e faz parte da rodovia estadual PA-483.
Localizada a 120 km de Belém, a ponte liga a capital do Estado aos municípios do Sudeste paraense. Não houve vítimas. A PRE (Polícia Rodoviária Estadual) Informou que a área destruída pode chegar a 100 metros. Informações do Corpo de bombeiros apontam que as frestas entre os blocos de concreto que permitem a movimentação durante a passagem de automóveis, que deveriam medir em média 0,5 cm, chegam a 70 cm. A ponte fica a 23 metros acima do nível da água.
O transporte dos veículos que pretendem sair de Moju será feito gratuitamente por meio de duas balsas das empresas Henvil e Arapari disponibilizadas pelo governo do Estado, pela Setran (Secretaria de Estado de Transporte). As embarcações já estão no local.
A travessia do rio, que tem uma extensão de 500 metros, será feita 24h, diariamente até a recuperação da ponte. De acordo com informações de moradores do município, longas filas de carros se formaram nas proximidades da ponte desde o acidente.
Como rota alternativa, alguns motoristas estão utilizando as rodovias BR-222 e PA-252 na tentativa de sair da cidade. O percurso por estas vias atrasa em horas a viagem. Na manhã de hoje, equipes de engenheiros da Setran realizaram perícia no local para avaliar os danos Corpo de Bombeiros e Capitania dos Portos. No laudo técnico, que será elaborado em 48 horas após a conclusão dos trabalhos, constará ainda o tempo necessário para reconstrução da ponte.
Vista aérea de ponte que foi derrubada por balsa; não houve vítimas do acidente

Colisão

Por volta das 22h30 de ontem uma balsa da empresa CNA, que prestava serviço para a empresa Agropalma, bateu em dos pilares da ponte localizada no Km 48 da PA 483 --a quarta da Alça Viária para quem segue no sentido Belém-Moju--, bateu em um dos pilares da ponte, causando rompimento de parte da estrutura.
A embarcação transportava 900 toneladas de óleo de dendê. Homens da PRE orientam motoristas que trafegam pela área.
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Acidente com BMW aconteceu na Avenida Imirim (Foto: Mario Ângelo/Sigmapress/Estadão Conteúdo)
Acidente com BMW aconteceu na Avenida Imirim (
Caso foi registrado no 13º DP, na Casa Verde (Foto: Wilson de Oliveira Delgado/VC no G1)
Caso foi registrado no 13º DP, na Casa Verde 

O passageiro de uma BMW morreu após o veículo bater em um poste na madrugada deste domingo (23). O acidente aconteceu na Avenida Imirim, em bairro de mesmo nome, na Zona Norte de São Paulo. As informações são da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência.
A vítima fatal era o passageiro do veículo. O motorista também ficou ferido e foi levado a uma unidade do Hospital São Paulo, na Zona Norte.
A polícia vai investigar as causas do acidente. Uma das hipóteses é a alta velocidade. O caso seria registrado no 13º DP, na Casa Verde.
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Situação aconteceu neste sábado; 'passamos a noite sem dormir', diz filho.
Parentes receberam na sexta-feira a notícia de que ele morreu em acidente.

Homem aparece no próprio velório em Vitória da Conquista, na Bahia (Foto: Blog do Anderson)Homem aparece no próprio velório em Vitória da Conquista, na Bahia 
Um homem surpreendeu os familiares ao aparecer vivo no próprio velório neste sábado (8), emVitória da Conquista, cidade no sudoeste da Bahia. Segundo o filho, eles receberam a notícia da morte do pai na sexta-feira (7), por volta das 16h30, informando que João Marcos Ribeiro, de 60 anos, teria sido vítima de um acidente de trânsito.
O corpo chegou a ser reconhecido por um dos filhos como sendo do idoso, informou o IML, e a documentação foi emitida para a realização do enterro.
"Nós ficamos tão tristes, tão abalados. A gente não dormiu à noite. Ficamos o tempo todo ao lado da fogueira para velar um caixão. Ele estava desaparecido, mas, na verdade, estava trabalhando na casa de um andarilho. Ele é trabalhador, parou de beber. Só ficou sabendo da situação quando chegou aqui", conta um dos cinco filhos, Gilberto Ribeiro, de 35 anos.
O idoso chegou ao local e ficou surpreso com a situação. "Eu estava trabalhando", comentou rapidamente João Marcos Ribeiro. O velório estava sendo realizado na casa da família, no bairro Campinhos. Devido à presença de curiosos, a equipe da 78ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foi acionada e acompanhou a movimentação.
De acordo com o IML da cidade, no momento do reconhecimento, a vítima estava com barba e bigode, que foram raspados para o velório. Quando o corpo foi liberado para o enterro, um outro filho chegou a sentir falta de um sinal que era marca do rosto do pai.
O corpo que estava no caixão voltou ao IML e ainda não foi identificado.
Enterro em Vitória da Conquista (Foto: Blog do Anderson)Situação atrai curiosidade da população
 
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Avenida de São Mateus também foi bloqueada com madeira e pneus.
Protesto é contra ação da PM, que resultou na morte de um menor.


Manifestantes colocam fogo em caminhão em via de São Mateus (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Manifestantes colocam fogo em caminhão em via de São Mateus (
Cerca de 500 pessoas participavam de um protesto na tarde deste sábado (8) em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Os manifestantes bloquearam a Travessa Somos Todos Iguais na altura do número 1.163, ateando fogo a pedaços de madeira, móveis e pneus, e incendiaram um caminhão e outros veículos, segundo informações da Polícia Militar.
O ato é um protesto contra uma ação de policiais militares, que na quinta-feira (6) trocaram tiros com suspeitos de roubarem um caminhão na região. No tiroteio, um menor que, segundo a PM, estava armado, foi baleado e morreu. A Força Tática da PM foi acionada para tentar dispersar os manifestantes, com bombas de efeito moral e disparos de balas de borracha. Não há informações sobre feridos. Ninguém foi preso.
Objetos foram queimados em via na Zona Leste de SP (Foto: Reprodução/TV Globo)Objetos foram queimados em via na Zona Leste de São Paulo 
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Criança ficou pendurada por 10 minutos no Viaduto do Metrô Sumaré.
Bombeiros recomendam que se evite expor menor a risco desnecessário.




Menina, de 7 anos, ficou presa pelo cabelo em descida de rapel e precisou ser resgatada pelos bombeiros (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros/Marcos Palumbo)Menina, de 7 anos, ficou presa pelo cabelo em descida de rapel e precisou ser resgatada pelos bombeiros 
Uma menina, de 7 anos, ficou com o cabelo preso nas cordas durante uma descida de rapel com o pai dela no viaduto do Metrô Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo, no início da noite deste sábado (8), de acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, capitão Marcos Palumbo. Segundo ele, a criança chegou a ficar pendurada por cerca de 10 minutos em uma altura de cerca de 20 metros. Como estava atrelado à menina, o pai dela também ficou pendurado.
Para o resgate, foi necessário utilizar a autoescada para que a criança pudesse apoiar os pés antes de retirá-la com segurança. Segundo Palumbo, o bombeiro responsável pelo resgate precisou puxar o cabelo da menina para livrá-la das cordas. Depois de resgatada, a menina, que chorava muito, foi levada para o Pronto Socorro do Hospital São Paulo.
“Ela estava chorando de dor. A criança, quando é muito nova, fica com medo e encosta o rosto na corda ou em qualquer outra parte do equipamento de rapel, como o ‘oito’ de aço ou o 'mosquetão'. Em caso de cabelo comprido é mais fácil de enroscar e de ficar presa. Daí não consegue descer mais. Por isso, recomenda-se às mulheres que prendam o cabelo antes de fazer rapel. E no caso de crianças o ideal é que se evite expô-las a riscos desnecessários”, afirmou Palumbo.
Segundo o capitão, a prática de rapel em um viaduto dentro da cidade não é permitida. O viaduto está localizado sobre a Avenida Sumaré, uma das mais movimentadas da Zona Oeste. “É uma via muito movimentada. Tivemos de interromper o trânsito para fazer o resgate com segurança. Não sei por que continuam a fazer rapel naquele local”, disse.
Ao se decidir por praticar um esporte radical, a primeira medida a ser tomada é o cuidado com a segurança, recomenda Palumbo. “O rapel é um esporte radical e, por isso, antes de praticá-lo é preciso treinar bastante, adquirir muita experiência. Você tem de se preparar. No caso dos bombeiros, por exemplo, antes de fazer um resgate com rapel, um bombeiro faz um curso de 45 dias. Por isso, ao se fazer este esporte, tem de ver primeiro o lado da segurança, escolher um local adequado e, claro, evitar expor as pessoas, principalmente crianças, a riscos desnecessários”, concluiu Palumbo.
Todo o equipamento de rapel foi apreendido por policiais militares. Um boletim de ocorrência deverá ser registrado no 91º distrito de polícia, também na Zona Oeste, e o pai da criança poderá responder por expor menor a risco.
Bombeiros precisaram utilizar a autoescada para retirar a criança, que ficou pendurada por 10 minutos (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros/Marcos Palumbo)Bombeiros precisaram utilizar a autoescada para retirar a criança, que ficou pendurada por 10 minuto
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