Select Menu

Teste Menu 1

Medida abrange 10 estados mais o DF, e vai até fevereiro de 2016.
À meia-noite de sábado, moradores devem adiantar os relógios.


http://www2.comunitaria.com.br/wp-content/uploads/2015/09/

Entra em vigor neste fim de semana o horário de verão em dez estados mais o Distrito Federal. À meia-noite de sábado (17) para domingo (18), os moradores devem adiantar os relógios em uma hora. O horário de verão vai durar até o dia 21 de fevereiro de 2016.
O governo federal estima que irá economizar cerca de R$ 7 bilhões com a adoção do horário de verão. O valor diz respeito aos investimentos que precisariam ser feitos no sistema elétrico caso a mudança de horário não fosse adotada. Neste caso, seria necessário atender a uma demanda adicional de 2,6 mil megawatts (MW) no período, segundo o Ministério de Minas e Energia.
O horário diferenciado abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.
Entre os objetivos está a redução da demanda durante o horário de pico, que vai normalmente das 18h às 21h. Com o horário de verão, a iluminação pública, por exemplo, é acionada mais tarde, deixando de coincidir com o horário de consumo da indústria e do comércio.
O governo explica que o horário de verão possibilita a ampliação do período de maior consumo, reduzindo o volume de carga de energia nas linhas de transmissão, nas subestações e nos sistemas de distribuição num mesmo momento, o que reduz os riscos de apagões.
Expectativa de redução do consumo
A expectativa é chegar a uma redução média de 4,5% na demanda de energia no país no horário de maior consumo, com economia de 0,5% durante todo o período do horário de verão. Os patamares são os mesmos do que os registrados em anos anteriores.

Conforme o Ministério de Minas e Energia, a economia equivale, aproximadamente, ao consumo mensal de energia de Brasília (DF), que tem 2,8 milhões de habitantes, ou à metade do consumo mensal de uma cidade como Curitiba (PR), cuja população é de 1,7 milhão de pessoas.

Esta será a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932.
Consumo de energia
O ano de 2015 tem sido marcado pela queda do consumo de energia no país, em meio a uma atividade econômica em recessão e também à forte alta das tarifas de energia. Conforme o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata, as projeções do governo já levam em conta este cenário.
Por conta da escassez de chuvas, que prejudicou o armazenamento nas represas das principais hidrelétricas do país, o governo vinha mantendo ligadas, até agosto, todas as térmicas disponíveis desde o final de 2012. Como essa energia é mais cara, a medida contribuiu para a elevação do valor das contas de luz.
Também ajudou a aumentar os custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo no final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%. É que, para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, e o custo tem sido repassado ao consumidor final por meio da elevação das tarifas.
Segundo as pesquisas, o horário de verão pode afetar o tempo de prática de atividades físicas, no número de acidentes de carro e até no período em que funcionários passam navegando na internet de forma improdutiva durante o expediente.
- -

Manancial recebeu chuva considerável entre sexta (25) e sábado (26).Precipitação também evitou novas quedas em outros sistemas.


Após 12 dias de estiagem e três quedas seguidas, voltou a chover no Sistema Cantareira e o manancial subiu de 16% para 16,1% neste sábado (26), segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Os reservatórios receberam 29,6 milimetros de precipitação entre as 9h desta sexta (25) e as 9h deste sábado e, com isso, já superaram a media histórica para agosto em 56,8%.
Os demais cinco mananciais que abastecem a Grande São Paulo também receberam chuva.
O índice de 16,1% do Cantareira divulgado pelaSabesp considera o cálculo feito com base na divisão do volume armazenado pelo volume útil de água.
Após ação do Ministério Público (MP), aceita pela Justiça, a companhia passou a divulgar outros dois índices para o Sistema Cantareira.
O segundo índice leva em consideração a conta do volume armazenado pelo volume total de água do Cantareira. Neste sábado, ele era de 12,5%. O terceiro índice leva em consideração o volume armazenado menos o volume da reserva técnica pelo volume útil, e era de -13,2% nesta manhã.
Balanço de inverno
O Cantareira teve o inverno mais chuvoso desde 2009, segundo levantamento do G1 feito com base nos dados divulgados diariamente pela Sabesp. A estação, que começou em 21 de junho, terminou às 5h20 desta quarta-feira (23).
O manancial, que abastece 5,3 milhões de pessoas na Grande São Paulo, recebeu 188,9 milímetros de chuva no período, maior marca dos últimos seis anos. A precipitação é 82% maior que a do inverno do ano passado, quando choveram 103,5 mm, mas muito menor que a marca de sete anos atrás: 323,8 mm, em 2009.
Apesar do balanço positivo de chuvas, o sistema seguiu perdendo água durante a estação e ainda está operando no volume morto. No dia 21 de junho, estava com 20% do volume útil, nível que passou para 16,2% nesta quarta-feira (22), dia em que teve mais uma queda.
Agosto
Os novos números do Sistema Cantareira contrastam com o mau desempenho em agosto, mês em que teve apenas 30,7 mm de chuvas, o equivalente a 89,2% da média histórica do mês(34,4 mm).
Agosto foi o quinto mês seguido em que o sistema, que abastece 5,3 milhões de pessoas na Grande São Paulo, fechou "no vermelho".
Segundo funcionário da marina que usa a Represa Jaguari-Jacareí, em Piracaia, nível original do volume morto estava acima da área com vegetação, à direita da imagem (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)

- - - -

HABITAÇÃO:Justiça dá prazo de 15 dias para retirada de invasores no Dona Benta.

FONTE: diário de Suzano.

A juíza federal substituta da 33ª Seção Judiciária da 2ª Vara de Mogi das Cruzes, Barbara de Lima Iseppi, deu um prazo de 15 dias para a retirada de invasores de um conjunto residencial de apartamentos, localizado no bairro Dona Benta. A solicitação de retirada dos ocupantes foi feita pela Caixa Econômica Federal (CEF). Caso os invasores não saiam do local, a Justiça solicita a retirada “forçada” das pessoas. Nestes casos, normalmente, há ajuda da Polícia Militar. A determinação foi publicada ontem no DS.
A publicação aponta que "a ação de manutenção e reintegração de posse, que a Caixa Econômica Federal (CEF) move em face dos invasores do imóvel do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), que objetiva a retomada de posse sobre o imóvel invadido".
A reportagem do DS esteve no local na tarde ontem e não conseguiu contato com nenhum morador do Conjunto Residencial Djair Dias, que fica na Estrada do Marengo, altura do número 307, no bairro Dona Benta.
Embora sem informações oficiais, a reportagem apurou que no terreno foram construídos aproximadamente quatro blocos com cinco andares cada, incluindo o térreo, com pouco mais de 80 apartamentos.
No local, foi observado que as vagas de garagem estavam ocupadas com automóveis e alguns apartamentos apresentavam características de habitação. O número exato de apartamentos não foi confirmado pela CEF até o fim da tarde de ontem.
Os possíveis invasores e ocupantes dos apartamentos são intimados a desocupar de forma voluntária o conjunto residencial, no prazo de 15 dias, sob pena de desocupação forçada.
O PAR é promovido pelo Ministério das Cidades, tendo a CEF como agente executor e o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) como financiador, e foi criado para ajudar municípios e estados a atenderem à necessidade de moradia da população que recebe até seis salários mínimos e que vive em centros urbanos.
O programa é feito em duas fases. A primeira delas é a de compra de terreno e contratação de uma empresa privada do ramo da construção, responsável por construir as unidades habitacionais. Depois de prontas, as unidades são arrendadas com opção de compra do imóvel ao final do período contratado.
Até o fechamento desta edição, a CEF não enviou resposta sobre os questionamentos feitos pela reportagem.
- - - - - - - - - - -


Na volta para casa, estações de trens e metrô ficaram lotadas.
Rodízio de veículos foi suspenso pela Prefeitura nesta terça-feira (20).


A paralisação de cobradores e motoristas de ônibus em São Paulo nesta terça-feira (20) provocou trânsito recorde na cidade, fechou 16 terminais e superlotou as estações de trens e de metrô. Não foi divulgado se o protesto será mantido nesta quarta-feira 
O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, usaram a expressão "sabotagem" para definir a paralisação.

O movimento começou às 9h50 com motoristas da Viação Santa Brígida e Sambaiba, no Centro. Ao longo do dia, mais motoristas aderiram ao movimento que contesta acordo salarial fechado na segunda de reajuste de 10%. A interrupção não foi anunciada: motoristas dizem que o aumento não foi suficiente.
No começo da tarde, seis terminais de ônibus estavam parados. Por volta das 16h, eram 12 pontos, que aumentaram para 16 no começo da noite.
Ônibus parados na Avenida General Olímpio da Silveira, sob o Elevado Costa em Silva, em São Paulo, durante paralisação de motoristas e cobradores. (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Ônibus parados na Avenida General Olímpio da
Silveira, sob o Elevado Costa em Silva. 
Recorde e rodízio suspenso
Por conta da paralisação, o rodízio de veículos foi suspenso no período da tarde, o que prejudicou mais ainda o tráfego. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento foi recorde: foram 261 km de filas às 19h. O índice superou o registrado em 17 de abril, véspera do feriado de Páscoa, quando 258 km de vias ficaram congestionadas.
Diversas ruas da cidade ficaram com filas de ônibus parados. Na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido Largo da Batata, os carros circulavam por apenas uma faixa. Os veículos parados sobre a Ponte Eusébio Matoso complicaram o trânsito em toda a Marginal Pinheiros.
Na noite desta terça, nove dos 16 terminais tinham sido liberados: Varginha, Princesa Isabel, Parque D. Pedro II, Vila Nova Cachoeirinha, Santana, Casa Verde, Sacomã, Grajaú e Amaral Gurgel.
Os terminais Mercado, Bandeira, Pirituba, Lapa, Pinheiros, Butantã e Barra Funda, entretanto, permaneciam bloqueados. Em entrevista à TV Bandeirantes, o prefeito Fernando Haddaddefiniu o ato como “sabotagem”. "Esse tipo de sabotagem é difícil de resolver, porque botar um ônibus na transversal e jogar a chave fora não é simples de resolver."
As estações de trens e metrô também foram afetadas. Segundo a Via Quatro, concessionária que administra a Linha 4- Amarela, houve momentos em que os passageiros tiveram dificuldade para entrar e se locomover na estação Pinheiros por conta do excesso de pessoas. Os trens, entretanto, circulavam com velocidade normal.
Motoristas discordam de acordo
De acordo com os motoristas ouvidos pelo G1 no Terminal Pinheiros, eles discordam da decisão tomada em assembleia na noite desta segunda-feira (19). A categoria decidiu na sede do sindicato aceitar a proposta das empresas. Assim, o sindicato decidiu cancelar a paralisação prevista para esta semana.
Segundo a proposta aceita na assembleia, os motoristas receberão 10% de reajuste salarial, tíquete alimentação mensal de R$ 445,50 e participação nos lucros e produtividade de R$ 850, entre outros benefícios.
Inicialmente, as empresas ofereceram 5% de reajuste. Já o sindicato pedia um índice de 13%. Um dos benefícios mais festejados pela categoria nesta campanha salarial foi o reconhecimento à insalubridade, dando o direito a aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho. A direção do sindicato, que representa ao todo 37 mil trabalhadores, se disse surpreendida com a atitude de alguns motoristas.

Leia a nota do sindicato da categoria
A direção do Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece que foi surpreendida na manhã de hoje (20/05) com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores (as) que se dizem contrários ao fechamento da Campanha Salarial 2014. Ontem na Assembleia Geral, que ocorreu no final da tarde, mais de 4 mil trabalhadores (as) compareceram e aprovaram a proposta apresentada que foi de: 10% no salário; ticket mensal de R$ 445,50; PLR de R$ 850,00; melhoria dos produtos da cesta básica (o Sindicato irá determinar as marcas); 180 dias de licença maternidade; fim do Genérico e o reconhecimento da insalubridade, dando o direito a Aposentadoria Especial aos 25 anos de trabalho.  Além disso, ficou determinado a criação de uma Comissão para discutir outras questões como convênio médico, situação do setor de manutenção, ou seja, dar continuidade na revolução de problemas enfrentados pela categoria. O Sindicato, através do seu presidente Valdevan Noventa e da sua diretoria, irá verificar de onde partir essas manifestações e o motivo real que levou os trabalhadores (as) a tomarem essa atitude, principalmente porque foi logo após terem aceitado e aprovado a proposta em Assembleia.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss), Francisco Cristovam, afirmou em entrevista à rádio CBN que fechou acordo com o sindicato da categoria na noite de segunda. “[Os responsáveis pela paralisação] não têm representatividade. Com quem vamos negociar?”, indagou.
Final de noite
Muitos trabalhadores ainda tentavam arrumar uma maneira de chegar em casa no final da noite desta terça-feira (20). Na Zona Oeste da capital, por exemplo, a Estação Butantã do Metrô era o ponto final para vários moradores de bairros que fazem divisa com munícipios vizinhos da capital, como Taboão da Serra, e próximos de rodovias, como a Raposo Tavares. A partir daí, cada um se virava como podia: valia desde ligar para um familiar, dividir um táxi ou até pedir carona.
Elisângela do Nascimento, (Foto: Marcelo Mora/G1)Elisângela do Nascimento: 'Não sei o que fazer'
Elisângela do Nascimento, que trabalha em uma empresa de telemarketing na Rua da Consolação, por exemplo, costuma ir até o Terminal Bandeira, no Centro, para pegar uma única condução que a deixava próxima de casa, no Jardim Jacqueline, perto de Taboão. Sem ônibus, teve de ir de metrô até o Butantã, onde, por volta das 22h30, ainda não sabia como faria para continuar a viagem.
"Não sei o que fazer. Não tenho ninguém para ligar e estou sem dinheiro, sem nada. Usei para pagar a passagem do metrô", lamentou. Ela criticou a paralisação dos motoristas e cobradores. "Fiquei em pânico quando eu soube. Como paralisam assim sem avisar no meio do dia?"
Neli Ramos de Aquino, que também trabalha em uma empresa de telemarketing, na região da República, no Centro, precisou contar com a ajuda de uma tia para retornar para casa, no Jardim das Palmas, também perto de Taboão. "Ela está vindo me buscar de táxi. De ida e volta, vamos gastar uns R$ 100. O pior é que a empresa não paga", disse.
Sobre a greve, a considerou "um transtorno". "Tudo bem eles reivindicarem o direito deles, mas não é justo eles prejudicarem os trabalhadores por isso", afirmou.
Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros do Metrô de São Paulo em paralisação de motoristas nesta terça (20) (Foto: Dario Oliveira/Estadão Conteúdo)Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros. 
  •  
Ponto de ônibus na Avenida Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. (Foto: Sttela Vasco/G1)Ponto de ônibus na Av. Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. 
GREVE ONIBUS 620 PX (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil Photo Press/Folhapress)Avenida bloqueada no Brás. (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil 
  •  
Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais durante manifestação em SP (Foto: Ardilhes Moreira/G1)Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais  
- - - - - -

Volkswagen Tractor tombou logo após ter feito a curva de saída da Rodovia Mogi-Dutra e entrado na Estrada do Pavan /

Um caminhão vindo de Limeira, no Interior de São Paulo, tombou na manhã de ontem, na Estrada do Pavan, no Itapeti, e trouxe alguns transtornos para motoristas que chegavam a Cidade pela Rodovia Mogi-Dutra (SP-88). O condutor João David Francisco, de 30 anos, disse à Polícia Militar que o veículo perdeu o freio e, por conta disso, não conseguiu mais controlar a direção. Ele se feriu levemente e recebeu atendimento da equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros no próprio local.
O Volkswagen Tractor, cuja cabine tem placa DPE2170, de Santo André, e a carroceria a identificação HIJ7046, de Andradas, município de Minas Gerais, tombou logo após ter feito a curva de saída da SP-88 e entrada na Estrada do Pavan. O caminho é obrigatório para caminhões e outros veículos pesados para evitar acidentes na chegada ao Município. Nas décadas de 1980 e 90 diversos acidentes foram registrados próximo à Paróquia de Santa Cruz, na Ponte Grande. Caminhões invadiam casas porque perdiam a direção. Dezenas de mortes aconteceram neste período. Isso, porém, não impediu que acidentes recentes acontecessem. Em janeiro, um caminhão e um carro desenfreados derrubaram duas vezes o portão da igreja e foram parar no pátio. O Diário vem mostrando há vários meses por meio de reportagens os problemas da via e questionando a respeito das melhorias para o lugar.
O caminhão, carregado com celulose, saiu de Limeira pela madrugada e tinha como destino a fábrica da Companhia Melhoramentos, em Mogi, na divisa com Suzano. Agentes de trânsito precisaram controlar o fluxo no local. Até o fim da tarde de ontem o caminhão ainda não havia sido retirado do lugar. A condição ruim das pistas é motivo de reclamação dos motoristas que apontam a possibilidade de acontecer acidentes. O prefeito Marco Bertaiolli (PSD) comentou sobre a situação da estrada. “A responsabilidade por ela é do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Espero que esse projeto de duplicação da Mogi-Dutra contemple as melhorias na Estrada do Pavan. Poderíamos contar com o apoio dos nossos deputados estaduais. Eles, lá na Assembleia Legislativa, poderiam nos ajudar a conseguir que aquele trecho receba as tão necessárias melhorias”, disse o prefeito, ontem, em evento de inauguração do Centro Municipal de Programas Educacionais (Cempre) Oswaldo Regino Ornellas, em Jundiapeba.
- - - - - - - -



Um acidente, na tarde do último domingo, deixou seis pessoas feridas, em Itaquaquecetuba. O motorista, que invadiu a contramão, não tinha habilitação e o veículo estava com a documentação atrasada. 
A batida aconteceu por volta das 17h30, na Estrada do Pinheirinho, no bairro Jardim Amazonas.
O motorista, de 21 anos, seguia em um carro Ford Escort vermelho, no sentido bairro/Centro, quando perdeu o controle e invadiu a contramão.
No sentido oposto vinha um carro Cobalt prata que era conduzido por um aposentado, de 57 anos. A vítima tentou desviar do Escort, que vinha em alta velocidade, mas não conseguiu. Além dele, também estavam no carro a sua esposa, de 60 anos, duas filhas, de 22, 23 e outra mulher, de 54 anos.
Duas pessoas foram socorridas para o Hospital Santa Marcelina e as outras para o Itaim Paulista. O motorista do Cobalt não se feriu.
Um Ford Fiesta azul também bateu no segundo carro. A passageira, de 32 anos, ficou ferida. Nenhuma das vítimas corre risco de morte. O Escorte ficou apreendido no Distrito Policial (DP) Central da cidade, já que estava com a documentação atrasada.
A Polícia Civil deve instaurar inquérito para investigar as causas do acidente.
EM MOGI
Um homem foi preso, na madrugada de ontem, suspeito de embriaguez ao volante, em Mogi das Cruzes.
O suspeito estava em um bar na Avenida Francisco Ferreira Lopes, com uma barra de ferro na mão. De acordo com o dono do comércio, ele queria bater em outros clientes e impedir que o local fosse fechado.
Assim que o comerciante conseguiu retirá-lo da loja, o suspeito chutou as portas e passou por cima de três motos com sua caminhonete.
- - - - -




Os moradores do entorno do Parque Max Feffer, localizado na Avenida Senador Roberto Simonsen, temem alagamentos na via durante o período de chuva por conta das obras de aumento de nível que a administração municipal faz atualmente dentro do parque. Segundo alguns moradores, o desnível em relação à rua será de um metro, o que causaria a queda da água da chuva para dentro das casas.
A dona de casa Cristina de Oliveira relata que as obras causam transtornos, pois poeira e terra estão por toda a parte. "Na última chuva que teve o parque ficou alagado. Foi difícil passar por aqui", diz.
O enfermeiro Juracy dos Santos também se sente incomodado com a poeira e frisa que quando venta é pior. Para o aposentado Josué Abraão Tenda, morador da região, a situação não atrapalha.
A dona de casa Maria do Carmo Pereira conta que a terraplenagem do parque causa transtorno aos moradores, pois a rua fica cheia de terra e o caminhão que faz a limpeza da via empurra a terra para as calçadas. "Temos que lavar o passeio constantemente. E não podemos gastar água", adianta.
A atendente Marta Cristina Gouveia completa que ainda não é possível elencar os prejuízos que o desnível deve trazer à via, mas frisa que os moradores temem enchentes, pois, aparentemente, o parque ficará mais alto que a rua. "Não possuo capacidade técnica para dizer o que vai acontecer, porém, essa via nunca teve enchente. Mas até agora não vimos nenhum engenheiro ou responsável pela obra para nos explicar o que será feito", declara.
OBRAS
Por meio de nota a Secretaria de Esportes, Recreação e Lazer esclarece que o parque passa por obras de terraplenagem, além disso, posteriormente será feita drenagem no local. "O objetivo desta ação é deixar o nível do parque acima do nível das ruas ao redor, evitando assim os alagamentos que infelizmente ocorrem no local", diz a nota. A pasta também ressalta que a terra utilizada na ação é retirada da cidade de São Bernardo do Campo por meio de procedimento legalizado.
Em relação à poeira, a secretaria informa que faz o possível para gerar o mínimo de transtorno aos moradores do bairro. "A empresa que executa os trabalhos foi contatada para tomar as devidas precauções no transporte de material (terra) para não prejudicar a população".

- - - - - -
Hospital Santa Marcelina diz que o procedimento cirúrgico para retirar feto colocaria em risco a vida da mulher


Família está revoltada e quer mais informações sobre o que está acontecendo
Há cinco dias com o filho morto dentro da barriga, a dona de casa Jaqueline Aparecida Gomes, de 28 anos, e seus familiares queixam-se do descaso no atendimento do Hospital Santa Marcelina de Itaquaquecetuba. A paciente, que estava grávida de seis meses, deu entrada na unidade dia 8 de maio com pressão alta. Dois dias depois, a gestante se queixou por não sentir o bebê mexer e no domingo de Dia das Mães foi confirmado o óbito da criança.

A reportagem esteve na unidade hospitalar e conversou com Jaqueline, que estava em um quarto de observação. "Eu não aguento mais isso. Estou sentindo dores desde o início da semana e ninguém me fala nada aqui nesse hospital", reclama. Ela ainda afirma que os médicos não dão, ao menos, uma previsão de quando o feto será retirado. "Desde sábado eu não sinto o bebê mexer, mas só no domingo fizeram os exames que confirmaram o óbito", explica.

Os familiares da paciente estão aflitos com a situação, pois eles afirmam que os médicos do Santa Marcelina não dão informações sobre o quadro de saúde da dona de casa, que está internada há oito dias.

"Ela já está sofrendo por ter perdido a criança e agora tem que sofrer com a espera para retirá-lo de dentro dela", desabafa o marido de Jaqueline, o pedreiro Adilton Santana Brandão, 30. "Até agora já receitaram nove comprimidos nela, mas não realizam nenhum procedimento definitivo para tirar o bebê", disse.

A irmã de Jaqueline, a dona de casa Solange Fátima Gomes, 36, conta que já conversou com os médicos da unidade, porém, não obteve nenhuma resposta. "A médica diz que é normal ela sentir dor, mas ela pode pegar uma infecção se continuar demorando. A gente fica preocupada porque a saúde dela pode complicar", diz revoltada.


Resposta
A direção do Hospital Santa Marcelina de Itaquá, por meio da assessoria de Imprensa do Estado, informou que o procedimento cirúrgico para a retirada do feto está descartada por questões de segurança à saúde da paciente. No entanto, a equipe médica está induzindo o parto normal, por causa da prematuridade do feto, já que a cesariana colocaria em risco a vida da mãe.

A unidade ainda orienta a família de Jaqueline a procurar o chefe de obstetrícia ou o chefe de plantão médico do hospital para qualquer informação sobre os procedimentos.
- - - - - - - - - - -
UBS vai custar R$ 620 mil para os cofres públicos e deve ser entregue até o primeiro semestre do ano que vem


Unidade será construída na rua Sebastião José de Almeida, 101; local já recebeu serviço de nivelamento
Uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) deve ser inaugurada até o primeiro semestre do ano que vem no Jardim Zélia, em Itaquaquecetuba. O posto terá capacidade para atender 12 mil pessoas e contará com uma equipe de 58 profissionais, incluindo três equipes do programa Estratégia em Saúde da Família (ESF) para prestar diversos atendimentos, até mesmo odontologia e obstetrícia. A obra vai custar R$ 620.336,77 para os cofres públicos e devem ter duração de 12 meses.

A UBS já tem o endereço, que será na rua Sebastião José de Almeida, 101, no qual a empresa MCN Construtora Administração e Incorporação de Imóveis Eireli ME deverá iniciar a construção até o próximo mês, já que o contrato com a prefeitura foi assinado na última quarta-feira. A unidade poderá ser inaugurada até junho de 2016.

O local vai disponibilizar serviços em diversas especialidades de atenção básica a saúde, no qual a comunidade terá à disposição consulta médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia, odontologia, enfermagem, vacinação, curativos, inalação e visita domiciliar do agente comunitário de saúde, além de distribuição de medicamentos.

A prefeitura deverá realizar um concurso público para a contratação de mais de 50 profissionais para compor o quadro de funcionários da UBS.

Segundo informações da prefeitura, cada equipe do programa ESF vai contar com um médico generalista, um enfermeiro, dois auxiliares de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde.

Já a unidade terá três médicos generalistas, três enfermeiros, seis auxiliares de enfermagem e 18 agentes comunitários de saúde, além de seis a oito funcionários administrativos.
No entanto ainda não há previsão de quando o concurso público do município será lançado.
- - - - - - - - -
Três motocicletas, que estavam apreendidas por irregularidades e recolhidos ao pátio da Prefeitura Municipal, em César de Souza, mas acabaram sendo furtadas há cerca de um mês, foram recuperadas após investigações, coordenadas pelo delegado titular Alexandre Batalha e a sua equipe de policiais formada por Márcia, Joaquim e Cláudio.
Durante as investigações identificaram como autores dos furtos, os irmãos Paulo César Molina, de 24 anos, e Denis Walef Molina, de 18 anos.
Com eles, os policiais recueperaram três motocicletas furtadas, as quais foram apreendidas e devolvidas ao pátio da Prefeitura.
O delegado Alexandre Batalha mandou qualificar os acusados. Eles, então, foram interrogados e indiciados por furtos pela autoridade policial.
Em seguida, os dois foram colocados em liberdade, pois não foram detidos em uma situação de prisão em flagrante.
Segundo o delegado Alexandre, as buscas seguem com a finalidade de verificar de a dupla cometeu outros furtos. Além do mais, a equipe está empenhada em elucidar outros casos ocorridos nas dependências do pátio municipal, o qqual, por sinal, está superlotado com centenas de motocicletas e veículos apreendidos criminalmente e administrativamente. A ação faz parte da filosofia de trabalho empreendida pelo delegado seccional Marcos Batalha.
- - - - - - - - -
O veículo desceu a ladeira da Rua Santa Rita e se chocou com o poste no Parque Morumbi 

Moradores do Parque Morumbi tiveram, na noite de ontem, a energia elétrica interrompida em decorrência de um acidente ocorrido por volta das 17h30, na Rua Monte Horebe, altura do nº 33, no Bairro. Jovino Antônio dos Santos, de 72 anos, saiu de casa e com o seu Fiat Palio CRW-8698 desceu a ladeira, vindo a perder o controle e bater no poste, o qual caiu sobre o veículo. Além de Jovino, sofreu ferimentos o seu filho Renato Antônio dos Santos, de 35 anos.
Pai e filho foram socorridos por equipes do Samu ao Hospital Luzia de Pinho Melo e à Santa Casa. Eles ficaram internados sob observação, pois bateram a cabeça no momento do choque.
O cabo Milton e o pm Pinheiro, da viatura 17.105, apresentaram a ocorrência no Distrito Central, onde foi registrada como lesão corporal culposa (sem intenção).
Segundo os primeiros levantamentos dos policiais, tudo indica que o acidente aconteceu após o veículo sofrer um problema mecânico,porém Jovino e o filho ainda abalados não souberam dizer com exatidão a causa do choque contra o poste.
Equipes da EDP Bandeirante Energia cuidavam ainda às 21 horas de efetuar a substituição do poste para reestabelecer o fornecimento de energia às 600 casas do Bairro.
O líder comunitário Décio Rodrigues Lopes disse a O Diário que “é preciso que a Secretaria Municipal de Transportes coloque uma placa na ladeira, visando alertar o motorista que ele deve reduzir a velocidade”.
Ele também reclamou que há cerca de 2 meses, em razão de acidentes, foram danificadas duas placas. Uma delas levava o nome da Praça Benedito Rodrigues Lopes e a outra indicava sinal de direção. “Eu entrei até com processo na Prefeitura, mas ninguém fez nada”. lamentou. (Laércio Ribeiro)
- - - - - - - -





 Câmera do Curiosity fez essa imagem noturna de um buraco perfurado pelo robô e, dentro do buraco, vários pequenos cortes feitos com laser; o local foi iluminado pelas luzes da câmera (Foto:  NASA/JPL-Caltech/MSSS)
Câmera do Curiosity fez essa imagem noturna de um buraco perfurado pelo robô e, dentro do buraco, vários pequenos cortes feitos com laser; o local foi iluminado pelas luzes da câmera 

ANÁLISE DO MATERIAL BUSCA SABER SE MARTE JÁ TEVE CONDIÇÕES DE ABRIGAR VIDA.
ESTA É A TERCEIRA VEZ QUE O ROBÔ FAZ PERFURAÇÕES NO SOLO MARCIANO.

O jipe-robô Curiosity coletou amostras de rocha em pó do solo de Marte na semana passada, de acordo com a Nasa. A agência espacial americana afirmou que as porções foram retiradas a partir de uma perfuração em uma rocha sedimentar feita pelo próprio robô e que já foram encaminhadas para serem analisadas por instrumentos laboratoriais dentro do próprio Curiosity.

A rocha perfurada, chamada "Windjana", é uma placa de rocha sedimentar que fica em uma região marciana chamada "The Kimberley". Além de perfurar a rocha, o veículo da Nasa também fez cortes em alguns pontos do buraco com um laser disparado a partir do alto de um mastro fixado ao robô.
A perfuração e os cortes feitos com laser foram examinados pela câmera e pelo espectrômetro fixados no braço robótico do veículo.
 Imagem também feita pelo Curiosity mostra região da rocha Windjana, onde o robô perfurou um buraco para coleta de amostras de rocha  (Foto: NASA/JPL-Caltech/MSSS)
Adicionar legendaImagem também feita pelo Curiosity mostra região da rocha Windjana, onde o robô perfurou um buraco para coleta de amostras de rocha (
O Curiosity - que pousou em Marte em agosto de 2012 para buscar informações sobre o planeta vermelho - levará consigo amostras coletadas para que outras análises possam ser feitas durante as pausas do jipe.
Esta é a terceira vez que o robô faz perfurações no solo marciano. As coletas anteriores de materiais rochosos permitiram concluir que o planeta já abrigou, no passado, condições favoráveis à vida microbiana.
- - - - - - -




Um garoto, de 13 anos, caiu do forro de uma lan house na tarde de ontem, em Suzano. Devido ao trauma sofrido na cabeça, o jovem precisou ser socorrido pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar (PM). Segundo familiares, ele foi levado para o Hospital Santa Marcelina, de Itaquera, na Capital. Uma equipe do Corpo de Bombeiros fez os primeiros-socorros.
O DS tentou obter informações sobre o estado de saúde do adolescente, mas a assessoria de imprensa do hospital não atendeu às ligações. O acidente aconteceu na Rua São Jorge, na Vila Fátima, ao lado da Escola Estadual (EE) Euclides Igesca.
FATO
De acordo com o técnico de Informática que atua na lan house, Alexandre da Silva Prado, de 26 anos, é comum o garoto ir até o local, tanto para usar computadores como para conversar, já que é vizinho.
“Ele simplesmente subiu a escada que dá aceso para o forro. Falei para ele sair e depois só ouvi um barulho”.
Ele acredita que o jovem se desequilibrou na parte do forro, que é de madeira, e acabou pisando na parte de isopor.
- - - - - - -


Crime ocorreu nesta casa na Zona Rural de Teresina (Foto: Reprodução/TV Clube)
Crime ocorreu nesta casa na Zona Rural de Teresina

MENINO TINHA 10 MESES E MORAVA COM A MÃE NA ZONA RURAL DE TERESINA.
COMPANHEIRO DA MÃE TERIA LEVADO AMIGOS PARA BEBER NA NOITE ANTERIOR.

Um bebê de 10 meses foi encontrado morto dentro de uma rede nesta sexta-feira (18) no Parque São Matheus, povoado Taboca do Pau Ferrado, zona rural de Teresina. Segundo a polícia, a mãe estranhou o fato de a criança estar demorando a acordar e quando foi ao quarto viu que o filho tinha sangue na boca e algumas lesões pelo corpo.
Mãe do bebê diz que estava dormindo quando o crime ocorreu, em Teresina (Foto: Reprodução/TV Clube)
Mãe do bebê diz que estava dormindo quando o
crime ocorreu
 Segundo informações do cabo Antonio Mota, do 8º Batalhão da Polícia Militar, a mãe do bebê, Elaina Maria da Silva Ramos relatou que por volta das 11h de quinta-feira (17) o companheiro chegou com mais quatro amigos para beber. “Ela nos contou que eles ligaram o som e a mulher pediu para que o volume não ficasse alto para não acordar o bebê. Elaina foi dormir e eles continuaram bebendo. Quando ela acordou, o namorado estava deitado no chão, ao lado da cama totalmente embriagado”, contou o policial.

Para a polícia o companheiro de Elaina identificado como Lucas Roniel Pereira da Silva, 21 anos, disse que bebeu bastante e que não lembrava de nada. “Ele ainda nos disse que seria incapaz de fazer alguma coisa com o bebê, no entanto, estamos tentando localizar as outras pessoas e pegar mais informações para saber o que houve de fato”, disse Antonio Mota.

Vizinhos ficaram bastante revoltados com a morte da criança e relataram para os policiais que o companheiro da mãe do bebê seria usuário de drogas e se envolvia constantemente em confusões pela região.

A Delegacia de Homicídios foi acionada e o Instituto Médico Legal fará a remoção do corpo para exames que irão identificar a causa da morte.
- - - - - - - - - - - - -



O agricultor Gilmar Reolon no momento em que foi preso em Francisco Beltrão (Paraná), em 2013 


Um agricultor de Francisco Beltrão, região sudoeste do Paraná, foi condenado a mais de 150 anos de prisão por matar seis pessoas, sendo cinco membros da família. Gilmar Reolon, 47, cometeu os crimes em 2010 e ficou três anos escondido na mata, antes de ser capturado pelo irmão.
O julgamento, realizado no Fórum de Francisco Beltrão, durou mais de dez horas e terminou na noite desta quinta-feira (3). Todos os jurados votaram pela culpa do agricultor e acataram os agravantes apresentados pela promotoria.
Reolon foi o responsável por um dos casos de violência mais chocantes do sudoeste do Paraná. Em dezembro de 2009, ele matou o pai, de 69 anos, com uma máquina roçadeira. Quando foi preso, disse que tinha cometido o ato por vingança, porque quando pequeno o pai "fazia coisa ruim" para ele, sem especificar. No julgamento, entretanto, ele disse que o crime ocorreu por causa de uma dívida entre eles.
Em 7 de janeiro de 2010, dias depois de matar o pai, matou a própria família a golpes de paulada. Foram mortos a esposa, de 43 anos, os filhos, de 14 e 9, e a sogra, de 84. Quando foi capturado, justificou o ato dizendo temer que a família passasse fome caso ele fosse preso pela morte do pai.

Após a chacina, Reolon tentou o suicídio atirando o carro em que estava em um rio. Como escapou com vida, voltou à casa e ateou fogo nela. Em seguida, fugiu para uma mata da região, onde passou a viver.
Nos primeiros dias na floresta, cometeu outro assassinato. Ao perambular na área rural de um município vizinho, entrou em uma casa em busca de comida. Foi visto por uma adolescente de 13 anos, que acabou morta pelo agricultor para que não o denunciasse.
Durante os três anos seguintes, a polícia desconfiou que Reolon estava vivendo na mata. Cabeças de gado desapareciam de fazendas da região e eram encontradas dias depois abatidas e com apenas um pedaço grande de carne retirado.
Em janeiro do ano passado, a Polícia Civil organizou uma força-tarefa para realizar uma busca na região. Reolon foi encontrado pelo irmão e um policial militar vivendo uma pequena barraca feita com restos de material de construção.
- - - - - - -


Animais são mortos por raio em fazenda de Pedro Afonso (TO). (Foto: Divulgação/João Damasceno de Sá Filho)
Animais são mortos por raio em fazenda de Pedro Afonso (TO)
A queda de um raio provocou a morte de 51 cabeças de gado em uma fazenda do município dePedro Afonso, região central do Tocantins. Segundo o proprietário do imóvel, João Damasceno de Sá Filho, o prejuízo é superior a R$ 60 mil. O fazendeiro acredita que os animais morreram por volta das 19h de sexta-feira (28). Eles só foram encontrados às 8h30 da manhã do dia seguinte.Sá Filho conta que, desde que começou a trabalhar com gado, em 2007, isso nunca havia acontecido. Antes do acidente ele possuía 826 cabeças de gado. Ainda chovia no dia seguinte, e por causa da demora para encontrar as carcaças, a carne não pôde ser aproveitada. Os animais mortos foram enterrados.

Segundo o meteorologista José Luiz Cabral, da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), cerca de 3 milhões de raios caem no estado por ano.  Ele declarou que no estado não existe cultura de prevenção contra raios e que é necessária a instalação de para-raios no campo. Ele disse ainda que em outros estados é comum que os pequenos pecuaristas invistam em proteção contra descargas elétricas.

Raio matou animais durante tempestade na sexta-feira (28). (Foto: Divulgação/João Damasceno de Sá Filho)
Raio matou animais durante tempestade na sexta-feira (28)
Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Tocantins é o oitavo estado em que mais caem raios no país, o primeiro é o Amazonas. O Elat destacou ainda que os animais não são os únicos afetados pelos raios. Segundo o grupo, em média 130 pessoas morrem por ano em razão dos raios no Brasil, a maioria (24%) é composta por trabalhadores do setor agrícola.
- - - - - - - -


Acesso ao município de Moju, região Nordeste do Pará, via terrestre está interrompido depois que parte da ponte que dá acesso ao município caiu na madrugada do último domingo (23) após uma balsa transportadora de óleo destruir um dos pilares que sustenta a estrutura
Acesso ao município de Moju, região Nordeste do Pará, via terrestre está interrompido depois que parte da ponte que dá acesso ao município caiu na madrugada do último domingo (23) após uma balsa transportadora de óleo destruir um dos pilares que sustenta a estrutura
O acesso ao município de Moju, região Nordeste do Pará, via terrestre está interrompido depois que parte da ponte que dá acesso ao município caiu na madrugada do último domingo (23) após uma balsa transportadora de óleo destruir um dos pilares que sustenta a estrutura. A construção integra o complexo Alça Viária, entregue a população em 2002, e faz parte da rodovia estadual PA-483.
Localizada a 120 km de Belém, a ponte liga a capital do Estado aos municípios do Sudeste paraense. Não houve vítimas. A PRE (Polícia Rodoviária Estadual) Informou que a área destruída pode chegar a 100 metros. Informações do Corpo de bombeiros apontam que as frestas entre os blocos de concreto que permitem a movimentação durante a passagem de automóveis, que deveriam medir em média 0,5 cm, chegam a 70 cm. A ponte fica a 23 metros acima do nível da água.
O transporte dos veículos que pretendem sair de Moju será feito gratuitamente por meio de duas balsas das empresas Henvil e Arapari disponibilizadas pelo governo do Estado, pela Setran (Secretaria de Estado de Transporte). As embarcações já estão no local.
A travessia do rio, que tem uma extensão de 500 metros, será feita 24h, diariamente até a recuperação da ponte. De acordo com informações de moradores do município, longas filas de carros se formaram nas proximidades da ponte desde o acidente.
Como rota alternativa, alguns motoristas estão utilizando as rodovias BR-222 e PA-252 na tentativa de sair da cidade. O percurso por estas vias atrasa em horas a viagem. Na manhã de hoje, equipes de engenheiros da Setran realizaram perícia no local para avaliar os danos Corpo de Bombeiros e Capitania dos Portos. No laudo técnico, que será elaborado em 48 horas após a conclusão dos trabalhos, constará ainda o tempo necessário para reconstrução da ponte.
Vista aérea de ponte que foi derrubada por balsa; não houve vítimas do acidente

Colisão

Por volta das 22h30 de ontem uma balsa da empresa CNA, que prestava serviço para a empresa Agropalma, bateu em dos pilares da ponte localizada no Km 48 da PA 483 --a quarta da Alça Viária para quem segue no sentido Belém-Moju--, bateu em um dos pilares da ponte, causando rompimento de parte da estrutura.
A embarcação transportava 900 toneladas de óleo de dendê. Homens da PRE orientam motoristas que trafegam pela área.
- - - - - - - - - -