Select Menu

Teste Menu 1



Bandidos invadiram na madrugada de domingo o posto bancário do Santander nas dependências do Paço Municipal, situado na Avenida Brasil, 198, Centro, e explodiram dois caixas eletrônicos. O crime ocorreu por volta das 5h22.

Antes de entrar no local, os bandidos renderam um guarda municipal. Após a explosão, os bandidos ameaçaram e forçaram o guarda a ficar deitado no chão. Após fugirem, o agente acionou o reforço da Guarda Civil Municipal (GCM) e Polícia Militar.
Ontem, a Prefeitura de Poá, por meio das secretarias municipais de Obras e Segurança – Defesa Civil, realizou vistoria no prédio e foi constatado que a estrutura do prédio não foi prejudicada.


De acordo com o secretário municipal de Obras, Paulo Silas Dornelas, em vistoria técnica, a parte estrutural do prédio não foi abalada, lembrando que este é mais um dos anexos que fazem parte do Paço Municipal. Ontem, somente a parte do banco estava interditada, uma vez que funcionários da instituição financeira trabalhavam em prol da limpeza e demais providências internas.


Os danos causados foram com relação às portas de vidro do banco, forro próximo aos caixas eletrônicos, sendo que estes dois equipamentos também foram danificados. “Aconteceu uma forte explosão e com isso um deslocamento de ar, resultando em quebras dos vidros e outros danos, porém não abalou o prédio”, reforçou o secretário municipal de Segurança, Carlos Setsuo.


Sobre os serviços prestados pela Prefeitura de Poá, ou seja, departamentos e secretarias municipais, funcionaram normalmente, uma vez que nenhum outro local foi afetado.
Em relação à ocorrência, a Secretaria Municipal de Segurança informou que o guarda civil municipal do Paço foi rendido, enquanto os bandidos realizavam o roubo. As câmeras de monitoramento da cidade conseguiram captar um veículo que estacionou próximo ao Paço e as imagens já foram entregues à Polícia Civil. O secretário de Segurança disse que alguns envolvidos na ação criminosa entraram pela parte da frente da Prefeitura – Avenida Brasil e assim conseguiram render o guarda que estava na parte superior do Paço.


O chefe da pasta de segurança comentou que em períodos de pagamento deverá ser reforçada a segurança com um GCM a mais. Sobre a guarda do dinheiro do banco é de responsabilidade do próprio banco.
- -

Segundo PM, suspeito cortou pescoço da criança e tentou estrangulá-la.
PM afirma que suspeito estava drogado.


Um homem foi preso depois de tentar matar o filho de 2 anos na madrugada desta quinta-feira (26) em Poá, na Grande São Paulo, segundo a Polícia Militar. De acordo com a PM, o agressor, que estava alterado em razão do uso de drogas, cortou o pescoço do menino com uma faca, bateu a cabeça dele contra a calçada e ainda tentou estrangulá-lo.
Faca utilizada por pai para esfaquear filho (Foto: Reprodução/ TV Diário)Faca utilizada por pai para esfaquear filho
Homem suspeito de esfaquear o filho (Foto: Reprodução/ TV Diário)Homem suspeito de tentar matar o filho
A família visitava a mãe do suspeito em Poá. Quando a esposa dele saiu para ir à igreja, o homem ficou na casa com a mãe e o filho. Neste momento, segundo a polícia, ele começou as agressões. A polícia informou também que ele agrediu a mãe, batendo na cabeça dela com uma panela de pressão.
O comandante do 32º Batalhão de Polícia Militar, tenente Fábio Bernardo da Silva, informou que o homem morava com a família em Ferraz de Vasconcelos. “Quando os policiais chegaram à casa da mãe dele em Poá, o suspeito estava transtornado e em surto psicótico por uso excessivo de drogas”, contou o tenente.
O comandante disse ainda que o homem não tem antecedentes criminais.
O delegado Eduardo Boigues registrou a ocorrência. O suspeito está preso no Distrito Policial de Poá.
A criança foi encaminhada para o Hospital Municipal Guido Guida. A Secretaria de Saúde de Poá informou que o estado de saúde do menino é estável.
- -

Um grupo de criminosos trocou tiros com Guardas Civis Municipais (GCMs) de Poá, na manhã de ontem, na Estrada do Paiol, em Ferraz de Vasconcelos. A perseguição teve início no Jardim Nova Poá. Um suspeito, de 17 anos, foi baleado e permanece hospitalizado. Ele estava com um revólver calibre 38. Além disso, os guardas encontraram uma réplica de fuzil AK47 no carro em que os bandidos estavam.

A princípio, os moradores do bairro ligaram para a base da GCM informando terem presenciado ocupantes de um Chevrolet Monza expondo uma arma longa. Eles também disseram que o grupo agia de forma suspeita e aguardava em frente a uma residência situada na Avenida Adutora. A partir das informações, os guardas seguiram ao endereço e localizaram o veículo mencionado, que notou a aproximação da viatura e iniciou fuga.


Após o início da perseguição, os criminosos atiraram diversas vezes para tentar impedir o avanço dos guardas, que não foram atingidos. A fuga teve fim quando o motorista do Monza perdeu o controle e bateu. Entretanto, os três suspeitos desceram do carro e, novamente, teriam disparado na direção dos GCMs, que revidaram e atingiram o adolescente. Os comparsas do jovem conseguiram fugir. Após a fuga de dois criminosos, os guardas se aproximaram e desarmaram o jovem, que estava com um revólver.


No carro que os suspeitos ocupavam, os agentes de segurança encontraram um fuzil AK47 falso. A Polícia Civil informou que o armamento artificial tem o mesmo peso e diâmetro que um verdadeiro. Inclusive, a polícia disse que o grupo montou uma espécie de mira de precisão para amedrontar as possíveis vítimas de algum delito. O adolescente atingido na perna esquerda passou por cirurgia e permanece sob escolta da GCM de Poá. Ele deve ser transferido ao Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Fundação Casa). (M.F)
- -

Com base na Lei Municipal nº 1554/1979 que estabelece normas para ordenar e disciplinar a ocupação do território, Poá iniciou ontem processo de notificação dos proprietários de carros “considerados abandonados” que estão estacionados em vias públicas da cidade.
Segundo o secretário de Transportes e Mobilidade Urbana da cidade, Greg Iássia Dias dos Santos, que acompanhou o início dos trabalhos na Rua João Antonio Cebrian (Jardim Violeta), a Prefeitura atende aos pedidos de moradores que formalizaram reclamação no Setor de Ouvidoria do município, denunciando e indicando as ruas em que os carros se encontram.


Conforme explicou o secretário, os carros recebem adesivos que convocam os proprietários para que retirem os veículos do local num prazo de 48 horas e caso isto não ocorra, os mesmos serão guinchados e encaminhados para a Secretaria de Transportes.
A previsão da Secretaria é que cerca de 15 vias em vários pontos da cidade serão visitadas nos próximos dois dias. Somente na Rua João Antonio Cebrian, foram notificados três veículos estacionados e na via paralela, a Avenida Vital Brasil foram adesivados mais dois carros com características de abandono.


“Esta vistoria é para garantir a segurança dos moradores já que não sabemos a origem dos veículos abandonados, além é claro de deixar a via livre para o trânsito e para pedestres, além de proporcionar a cidade um visual mais arejado e despoluído”, concluiu o secretário.
- -

HABITAÇÃO:Justiça dá prazo de 15 dias para retirada de invasores no Dona Benta.

FONTE: diário de Suzano.

A juíza federal substituta da 33ª Seção Judiciária da 2ª Vara de Mogi das Cruzes, Barbara de Lima Iseppi, deu um prazo de 15 dias para a retirada de invasores de um conjunto residencial de apartamentos, localizado no bairro Dona Benta. A solicitação de retirada dos ocupantes foi feita pela Caixa Econômica Federal (CEF). Caso os invasores não saiam do local, a Justiça solicita a retirada “forçada” das pessoas. Nestes casos, normalmente, há ajuda da Polícia Militar. A determinação foi publicada ontem no DS.
A publicação aponta que "a ação de manutenção e reintegração de posse, que a Caixa Econômica Federal (CEF) move em face dos invasores do imóvel do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), que objetiva a retomada de posse sobre o imóvel invadido".
A reportagem do DS esteve no local na tarde ontem e não conseguiu contato com nenhum morador do Conjunto Residencial Djair Dias, que fica na Estrada do Marengo, altura do número 307, no bairro Dona Benta.
Embora sem informações oficiais, a reportagem apurou que no terreno foram construídos aproximadamente quatro blocos com cinco andares cada, incluindo o térreo, com pouco mais de 80 apartamentos.
No local, foi observado que as vagas de garagem estavam ocupadas com automóveis e alguns apartamentos apresentavam características de habitação. O número exato de apartamentos não foi confirmado pela CEF até o fim da tarde de ontem.
Os possíveis invasores e ocupantes dos apartamentos são intimados a desocupar de forma voluntária o conjunto residencial, no prazo de 15 dias, sob pena de desocupação forçada.
O PAR é promovido pelo Ministério das Cidades, tendo a CEF como agente executor e o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) como financiador, e foi criado para ajudar municípios e estados a atenderem à necessidade de moradia da população que recebe até seis salários mínimos e que vive em centros urbanos.
O programa é feito em duas fases. A primeira delas é a de compra de terreno e contratação de uma empresa privada do ramo da construção, responsável por construir as unidades habitacionais. Depois de prontas, as unidades são arrendadas com opção de compra do imóvel ao final do período contratado.
Até o fechamento desta edição, a CEF não enviou resposta sobre os questionamentos feitos pela reportagem.
- - - - - - - - - - -


Na volta para casa, estações de trens e metrô ficaram lotadas.
Rodízio de veículos foi suspenso pela Prefeitura nesta terça-feira (20).


A paralisação de cobradores e motoristas de ônibus em São Paulo nesta terça-feira (20) provocou trânsito recorde na cidade, fechou 16 terminais e superlotou as estações de trens e de metrô. Não foi divulgado se o protesto será mantido nesta quarta-feira 
O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, usaram a expressão "sabotagem" para definir a paralisação.

O movimento começou às 9h50 com motoristas da Viação Santa Brígida e Sambaiba, no Centro. Ao longo do dia, mais motoristas aderiram ao movimento que contesta acordo salarial fechado na segunda de reajuste de 10%. A interrupção não foi anunciada: motoristas dizem que o aumento não foi suficiente.
No começo da tarde, seis terminais de ônibus estavam parados. Por volta das 16h, eram 12 pontos, que aumentaram para 16 no começo da noite.
Ônibus parados na Avenida General Olímpio da Silveira, sob o Elevado Costa em Silva, em São Paulo, durante paralisação de motoristas e cobradores. (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Ônibus parados na Avenida General Olímpio da
Silveira, sob o Elevado Costa em Silva. 
Recorde e rodízio suspenso
Por conta da paralisação, o rodízio de veículos foi suspenso no período da tarde, o que prejudicou mais ainda o tráfego. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento foi recorde: foram 261 km de filas às 19h. O índice superou o registrado em 17 de abril, véspera do feriado de Páscoa, quando 258 km de vias ficaram congestionadas.
Diversas ruas da cidade ficaram com filas de ônibus parados. Na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido Largo da Batata, os carros circulavam por apenas uma faixa. Os veículos parados sobre a Ponte Eusébio Matoso complicaram o trânsito em toda a Marginal Pinheiros.
Na noite desta terça, nove dos 16 terminais tinham sido liberados: Varginha, Princesa Isabel, Parque D. Pedro II, Vila Nova Cachoeirinha, Santana, Casa Verde, Sacomã, Grajaú e Amaral Gurgel.
Os terminais Mercado, Bandeira, Pirituba, Lapa, Pinheiros, Butantã e Barra Funda, entretanto, permaneciam bloqueados. Em entrevista à TV Bandeirantes, o prefeito Fernando Haddaddefiniu o ato como “sabotagem”. "Esse tipo de sabotagem é difícil de resolver, porque botar um ônibus na transversal e jogar a chave fora não é simples de resolver."
As estações de trens e metrô também foram afetadas. Segundo a Via Quatro, concessionária que administra a Linha 4- Amarela, houve momentos em que os passageiros tiveram dificuldade para entrar e se locomover na estação Pinheiros por conta do excesso de pessoas. Os trens, entretanto, circulavam com velocidade normal.
Motoristas discordam de acordo
De acordo com os motoristas ouvidos pelo G1 no Terminal Pinheiros, eles discordam da decisão tomada em assembleia na noite desta segunda-feira (19). A categoria decidiu na sede do sindicato aceitar a proposta das empresas. Assim, o sindicato decidiu cancelar a paralisação prevista para esta semana.
Segundo a proposta aceita na assembleia, os motoristas receberão 10% de reajuste salarial, tíquete alimentação mensal de R$ 445,50 e participação nos lucros e produtividade de R$ 850, entre outros benefícios.
Inicialmente, as empresas ofereceram 5% de reajuste. Já o sindicato pedia um índice de 13%. Um dos benefícios mais festejados pela categoria nesta campanha salarial foi o reconhecimento à insalubridade, dando o direito a aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho. A direção do sindicato, que representa ao todo 37 mil trabalhadores, se disse surpreendida com a atitude de alguns motoristas.

Leia a nota do sindicato da categoria
A direção do Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece que foi surpreendida na manhã de hoje (20/05) com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores (as) que se dizem contrários ao fechamento da Campanha Salarial 2014. Ontem na Assembleia Geral, que ocorreu no final da tarde, mais de 4 mil trabalhadores (as) compareceram e aprovaram a proposta apresentada que foi de: 10% no salário; ticket mensal de R$ 445,50; PLR de R$ 850,00; melhoria dos produtos da cesta básica (o Sindicato irá determinar as marcas); 180 dias de licença maternidade; fim do Genérico e o reconhecimento da insalubridade, dando o direito a Aposentadoria Especial aos 25 anos de trabalho.  Além disso, ficou determinado a criação de uma Comissão para discutir outras questões como convênio médico, situação do setor de manutenção, ou seja, dar continuidade na revolução de problemas enfrentados pela categoria. O Sindicato, através do seu presidente Valdevan Noventa e da sua diretoria, irá verificar de onde partir essas manifestações e o motivo real que levou os trabalhadores (as) a tomarem essa atitude, principalmente porque foi logo após terem aceitado e aprovado a proposta em Assembleia.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss), Francisco Cristovam, afirmou em entrevista à rádio CBN que fechou acordo com o sindicato da categoria na noite de segunda. “[Os responsáveis pela paralisação] não têm representatividade. Com quem vamos negociar?”, indagou.
Final de noite
Muitos trabalhadores ainda tentavam arrumar uma maneira de chegar em casa no final da noite desta terça-feira (20). Na Zona Oeste da capital, por exemplo, a Estação Butantã do Metrô era o ponto final para vários moradores de bairros que fazem divisa com munícipios vizinhos da capital, como Taboão da Serra, e próximos de rodovias, como a Raposo Tavares. A partir daí, cada um se virava como podia: valia desde ligar para um familiar, dividir um táxi ou até pedir carona.
Elisângela do Nascimento, (Foto: Marcelo Mora/G1)Elisângela do Nascimento: 'Não sei o que fazer'
Elisângela do Nascimento, que trabalha em uma empresa de telemarketing na Rua da Consolação, por exemplo, costuma ir até o Terminal Bandeira, no Centro, para pegar uma única condução que a deixava próxima de casa, no Jardim Jacqueline, perto de Taboão. Sem ônibus, teve de ir de metrô até o Butantã, onde, por volta das 22h30, ainda não sabia como faria para continuar a viagem.
"Não sei o que fazer. Não tenho ninguém para ligar e estou sem dinheiro, sem nada. Usei para pagar a passagem do metrô", lamentou. Ela criticou a paralisação dos motoristas e cobradores. "Fiquei em pânico quando eu soube. Como paralisam assim sem avisar no meio do dia?"
Neli Ramos de Aquino, que também trabalha em uma empresa de telemarketing, na região da República, no Centro, precisou contar com a ajuda de uma tia para retornar para casa, no Jardim das Palmas, também perto de Taboão. "Ela está vindo me buscar de táxi. De ida e volta, vamos gastar uns R$ 100. O pior é que a empresa não paga", disse.
Sobre a greve, a considerou "um transtorno". "Tudo bem eles reivindicarem o direito deles, mas não é justo eles prejudicarem os trabalhadores por isso", afirmou.
Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros do Metrô de São Paulo em paralisação de motoristas nesta terça (20) (Foto: Dario Oliveira/Estadão Conteúdo)Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros. 
  •  
Ponto de ônibus na Avenida Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. (Foto: Sttela Vasco/G1)Ponto de ônibus na Av. Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. 
GREVE ONIBUS 620 PX (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil Photo Press/Folhapress)Avenida bloqueada no Brás. (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil 
  •  
Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais durante manifestação em SP (Foto: Ardilhes Moreira/G1)Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais  
- - - - - -

Volkswagen Tractor tombou logo após ter feito a curva de saída da Rodovia Mogi-Dutra e entrado na Estrada do Pavan /

Um caminhão vindo de Limeira, no Interior de São Paulo, tombou na manhã de ontem, na Estrada do Pavan, no Itapeti, e trouxe alguns transtornos para motoristas que chegavam a Cidade pela Rodovia Mogi-Dutra (SP-88). O condutor João David Francisco, de 30 anos, disse à Polícia Militar que o veículo perdeu o freio e, por conta disso, não conseguiu mais controlar a direção. Ele se feriu levemente e recebeu atendimento da equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros no próprio local.
O Volkswagen Tractor, cuja cabine tem placa DPE2170, de Santo André, e a carroceria a identificação HIJ7046, de Andradas, município de Minas Gerais, tombou logo após ter feito a curva de saída da SP-88 e entrada na Estrada do Pavan. O caminho é obrigatório para caminhões e outros veículos pesados para evitar acidentes na chegada ao Município. Nas décadas de 1980 e 90 diversos acidentes foram registrados próximo à Paróquia de Santa Cruz, na Ponte Grande. Caminhões invadiam casas porque perdiam a direção. Dezenas de mortes aconteceram neste período. Isso, porém, não impediu que acidentes recentes acontecessem. Em janeiro, um caminhão e um carro desenfreados derrubaram duas vezes o portão da igreja e foram parar no pátio. O Diário vem mostrando há vários meses por meio de reportagens os problemas da via e questionando a respeito das melhorias para o lugar.
O caminhão, carregado com celulose, saiu de Limeira pela madrugada e tinha como destino a fábrica da Companhia Melhoramentos, em Mogi, na divisa com Suzano. Agentes de trânsito precisaram controlar o fluxo no local. Até o fim da tarde de ontem o caminhão ainda não havia sido retirado do lugar. A condição ruim das pistas é motivo de reclamação dos motoristas que apontam a possibilidade de acontecer acidentes. O prefeito Marco Bertaiolli (PSD) comentou sobre a situação da estrada. “A responsabilidade por ela é do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Espero que esse projeto de duplicação da Mogi-Dutra contemple as melhorias na Estrada do Pavan. Poderíamos contar com o apoio dos nossos deputados estaduais. Eles, lá na Assembleia Legislativa, poderiam nos ajudar a conseguir que aquele trecho receba as tão necessárias melhorias”, disse o prefeito, ontem, em evento de inauguração do Centro Municipal de Programas Educacionais (Cempre) Oswaldo Regino Ornellas, em Jundiapeba.
- - - - - - - -
Um homem, não identificado pela Polícia Civil até o começo da noite de ontem, foi encontrado com o corpo parcialmente carbonizado, por volta das 18h30 de segunda-feira, na Estrada Taquarassu, no Bairro do Quatinga, na zona rural de Mogi das Cruzes.
Os policiais militares Douglas Quaiati e Marcos Soares, da 2ª Companhia do 17º BPM/M, foram acionados pelo Copom (Centro de Operações da Polícia Militar), o qual recebeu uma denúncia anônima.
A vítima, conforme apuraram os policiais, estava queimado acima da cintura até a cabeça.Nos membros inferiores apresentava perfurações. O homem morto aparenta ter 21 anos. O motivo do crime ainda deverá ser descoberto pelo Setor de Homicídios de Mogi, o qual é o responsável pelas investigações.
O delegado Gustavo Henrique Bezerra da Cunha, de plantão no 2º Distrito Policial, em Braz Cubas, compareceu ao local do crime e também realizou os primeiros levantamentos.
Ele ordenou que fossem acionados a Polícia Científica e o Setor de Homicídios. Enquanto isso, o local do crime foi preservado por policiais militares.
Apesar das buscas, as equipes não encontraram qualquer tipo de pista para ajudar nas bus cas. O corpo do desconhecido foi removido ao Posto do Instituto Médico Legal, em Mogi, cuja necropsia indicará a causa da morte. 
- - - - - -