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No início do mês, a Prefeitura de Suzano, por meio do Departamento de Fiscalização de Posturas e da Guarda Civil Municipal (GCM), realizou ação de fiscalização dos vendedores ambulantes na área do Terminal Vereador Diniz José dos Santos Faria, o Terminal Norte.
Além disso, as duas forças se empenham para fiscalizar a ação dos "guardadores de carros" nas ruas da cidade. A informação foi divulgada durante a reunião do Conselho Municipal de Segurança e Defesa Social (Comsedes).

PONTOS DA CIDADE
De acordo com os conselheiros, a situação ocorre em alguns pontos da cidade. Já o secretário da Defesa Civil e Social, o coronel Álvaro Dias da Cunha, disse que a administração não aceita esse tipo de serviço no município. Pois, em Suzano, existe o serviço de estacionamento rotativo, a Zona Azul. "O prefeito Paulo Tokuzumi (PSDB) não aceita isso e nos pede o reforço na fiscalização", frisa.
Os outros membros do Comsedes também concordam e apoiam a operação de fiscalização. Alguns deles disseram que a situação é constrangedora. Entre os membros do conselho estão pessoas da sociedade civil, GCMs e representantes de instituições suzanenses.
CENTRO
Hoje, Suzano possui hoje mais de 1,5 mil vagas de Zona Azul. Os talões são vendidos ao preço de R$ 1. Entre as ruas que mais sofrem com as ações dos olheiros de carros está a General Francisco Glicério, Presidente Rodrigues Alves, Portugal Freixo, Sete de Setembro, Roberto Bianchi, Avenida Nove de Julho e Praça dos Expedicionários.
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Menino de 4 anos foi deixado com vizinho e se queixou de dores.
Mãe tinha ido visitar marido no CDP; suspeito já tem passagem.

Um homem de 22 anos foi preso por suspeita de abusar sexualmente de um menino de 4 anos em Biritiba Mirim. O caso foi na noite de domingo (20) e está sendo investigado pela Polícia Civil.
Segundo o depoimento da mãe do menino, ela foi visitar o pai do garoto, que está preso em um Centro de Detenção Provisória (CDP), e deixou a criança na casa de um vizinho. Quando retornou da visita, o filho reclamava muito de dores nas nádegas. Ela levou o menino ao médico, que constatou que havia lesões na região do ânus. O menino teria dito para a mãe que o vizinho o machucou.
O homem já possui passagem por tráfico de drogas e foi preso em flagrante. Ele foi encaminhado para a cadeia de Mogi das Cruzes.
A criança passou por exame pericial no Hospital Pérola Byington. A polícia aguarda o resultado.
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Embora papel seja do governo do Estado, municípios são unânimes em dizer que investimento traz resultados


Além de investir em guardas civis, viaturas e pró-labore, municípios implantam sistemas de monitoramento
As cidades do Alto Tietê colaboram financeiramente com a segurança pública, auxiliando as polícias. A maioria assume despesas com aluguel de prédios, manutenção de viaturas, concessão de pró-labore, convênios com a "Atividade Delegada", entre outras ações. Há uma unanimidade entre os governos de que este investimento traz resultados.

A Secretaria de Segurança de Mogi das Cruzes, que tem Orçamento de R$ 17 milhões, colabora com as polícias da cidade com um investimento de R$ 3.133.200,00 (leia mais valores no quadro). "A segurança é um dever do Estado, mas todos têm responsabilidade", afirma o secretário Eli Nepomuceno.
Segundo a Secretaria de Comunicação Institucional (Secoi) de Suzano, a Secretaria de Defesa Civil e Social de Suzano tem Orçamento de R$ 12,1 milhões para cobrir as despesas relacionadas à segurança. "A concessão de pró-labore a policiais militares e bombeiros foi recentemente aprovada pela Câmara", adianta.

Poá investe também em pagamento de pró-labore aos policiais e no "Atividade Delegada", que permite que policiais atuem nas ruas nos horários de folga, impactando em 14,4% do Orçamento da Secretaria de Segurança Urbana. "Em relação ao investimento municipal, nota-se a redução dos principais indicadores criminais na região central", afirmou a Secretaria de Comunicação.

Mensalmente, Ferraz de Vasconcelos colabora com a segurança pública com R$ 500 mil, que são revertidos para a gratificação dos PMs, aluguéis, manutenção, combustível e empresa de segurança nos estabelecimentos de ensino. "É um investimento significativo", avalia em nota a prefeitura, mas reconhece que traz a sensação de segurança.

Apesar de não especificar o montante destinado ao setor, Itaquaquecetuba garantiu que o município arca com os aluguéis dos imóveis das Companhias da PM, do 1º Distrito Policial, da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) e da Delegacia de Homicídios. Investe ainda na cessão de funcionários e despesas, como água, energia elétrica e telefones, além do pagamento do pró-labore da PM e Civil. A cidade ainda não conta com o programa "Atividade Delegada".


Monitoramento
Mogi tem 284 câmeras e tem a previsão de renovação no valor de R$ 400 mil para a troca das câmeras mais antigas. Com verba do governo federal, a substituição deve ocorrer até o final deste semestre.
Em Suzano há 23 câmeras de e há previsão da compra de mais 70 para expandir o monitoramento aos bairros. O município ainda estuda a implantação da "Atividade Delegada".

Poá conta com 72 câmeras de segurança. "Há um projeto de ampliação do sistema para, no mínimo, cem câmeras", adiantou o governo. Ferraz já licita a implantação de 20 câmeras. Já Itaquá, que conta com 22, espera aumentar em mais 13 para o monitoramento da área ambiental.
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Alguns alunos fazem rodízio por causa da fala de profissionais, dizem pais.
Eles relatam ficar na porta para ter certeza que filhos terão aula.

A falta de professores em uma creche de Suzano está atrapalhando a rotina de pais e mães dos alunos. Algumas crianças já estão participando de um rodízio por causa da escassez de profissionais. Camila Christiane Ribeiro Rodrigues mora em Suzano e trabalha em um hospital de Mogi das Cruzes. O filho de 3 anos fica na Creche Elizabeth Ueba Lopes Rodrigues, no Parque Maria Helena. Nas últimas semanas a rotina da família está sendo alterada. “No dia 9 de abril meu filho não teve aula. No dia 12 de abril a diretora fez uma reunião e disse que não tinha professora, faxineira e nem merendeira na creche. Por isso, as crianças não teriam aula em algum dia da semana”, explica Camila. Ela disse que no dia que a criança ficou em casa foi o marido quem tomou conta do filho. “Eu preciso sair de casa às 12h para ir trabalhar. Meu marido trabalha à noite e dorme durante o dia. Mas neste dia eu o acordei às 12h para ele ficar com o nosso filho.”
A filha de 6 anos da ajudante de cozinha, Priscila Barbosa Lima também estuda na creche. “No ano passado foi a mesma coisa, mas esse ano está pior. Está faltando professor e as crianças precisam voltar para casa”, desabafa Priscila. Ela diz que é o marido quem leva a filha para creche. “Todo dia ele fica na porta para saber se vai ter professor e se a menina vai ficar lá.”
A neta de 2 anos da dona de casa Vera Mônica Canuto também ficou sem aula no dia 9 de abril. “A diretora explicou na reunião que está com falta de professores e que se não normalizar vai ter revezamento entre as salas de aula.” Vera disse que essa não é a primeira vez que a unidade tem problemas. “No início do ano a creche ficou mais de 15 dias tendo apenas de duas a três horas de aula por dia. Depois normalizou”, reclama. Os pais da netinha de Vera trabalham o dia todo e ela tem uma filha especial. “Com a escola fico mais tranquila para cuidar da minha filha. É claro que sem aula a gente cuida, mas fica difícil.”
O bebê de 6 meses de Patrícia Cristina Marcolino dos Santos também fica na creche do Parque Maria Helena. Ela trabalha e conta que o marido trabalha durante a noite. “Na reunião, eles informaram sobre a falta de professores. Agora o meu marido fica na porta da creche para saber se o bebê vai ficar ou não”, conta Patricia.
Prefeitura
Em nota, a secretaria municipal de Educação informa que "a Escola Municipal de Ensino Infantil Elizabeth Ubeda Lopes Rodrigues possui déficit de sete Auxiliares de Desenvolvimento Educacional, que serão supridos por meio dos ingressantes do Concurso Público, cuja classificação final foi publicada no dia 17 de abril".
A Prefeitura informa ainda que "as faltas dos professores ocorrem por conta de abonadas, falta médica e comparecimento ao júri". A pasta ressalta ainda que" não autoriza, em nenhum momento, rodízio de turmas".
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No mesmo dia, só que no período da noite, um pedreiro foi morto após ser esfaqueado durante uma briga com um companheiro de trabalho


Morte da mulher ocorreu em uma casa no distrito de Taiaçupeba durante uma confusão na madrugada
Dois homicídios foram registrados em menos de 24 horas em Mogi das Cruzes. O primeiro ocorreu em Taiaçupeba na madrugada de domingo, quando um adolescente, de 17 anos, feriu a tia com uma faca de cozinha após um desentendimento. O outro crime ocorreu na noite do mesmo dia, na Vila Oropó, onde um pedreiro assassinou o colega de trabalho no alojamento onde estavam.

Em Taiaçupeba, a vítima foi a dona de casa Tatiani Aparecida Fabiano, 27. O crime aconteceu no momento de uma festa na casa da vítima, por volta das 2h30, em que a tia e o sobrinho se desentenderam. Os familiares tentaram acalmar o adolescente, mas, mesmo assim, ele foi até a cozinha e pegou uma faca para agredir a tia.

Tatiani foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que a levou para a Santa Casa, mas ela não resistiu aos ferimentos e sofreu uma parada cardiorrespiratória.

O infrator foi levado para o 2º DP e encaminhado para uma cela separada dos demais detentos, onde deve permanecer à disposição da Vara da Infância e Juventude de Mogi das Cruzes.

Na Vila Oropó, outro homicídio foi registrado na noite de domingo, na avenida das Nações, onde o pedreiro Raimundo Nonato Nunes Ferreira, 24, foi assassinado pelo colega de trabalho Gilson Vieira Pereira, 25.

Eles estavam morando em um alojamento disponibilizado pela construtora em que trabalhavam enquanto aguardavam o pagamento do salário.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 19h30, chegaram alimentos aos trabalhadores. Neste momento, revoltado com a situação, Pereira tentou proibir todos de se alimentarem, porém o primo dele não aceitou a imposição, foi quando o autor do crime entrou no local com um pedaço de garrafa de vidro para agredir o primo. Todos tentaram interferir para evitar a agressão, foi quando Ferreira entrou em luta corporal com o colega e golpeado embaixo da axila direita. Ele não resistiu ao ferimento.

O criminoso tentou fugir, mas foi encontrado minutos depois amarrado a um poste na rua Tobo e foi detido.
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O sistema de ensino de Suzano está sobrecarregado. Excesso de alunos nas salas de aula e falta de novas escolas na cidade ajudam a ilustrar a situação. O apontamento foi feito ontem pela Subsede do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) situado no município. 

De acordo com pesquisa divulgada pelo Data Popular, no site do sindicato, 57% dos professores e 70% dos alunos consideram a própria escola violenta. Além disso, 84% dos professores e 77% dos alunos dizem já ter tomado conhecimento de algum caso de violência em alguma unidade escolar no último ano.

A coordenadora da subsede e diretora estadual da Apeoesp, Ana Lúcia Ferreira, destaca que os dados não são específicos, ou seja, tratam da realidade de São Paulo, no entanto, as situações relatadas na pesquisa são facilmente transportadas para o município.
"Em Suzano há excesso de alunos nas salas de aula. Faltam novas escolas para fazer o escoamento de alunos e precisamos de mais funcionários. As infraestruturas também estão precárias. No início do ano letivo não havia cadeiras em algumas escolas. A insegurança também é algo que preocupa os professores e alunos", destaca.

CAMPANHA Ana explica que a pesquisa foi feita com 700 professores, pais e alunos, respectivamente. Como resultado da mesma surgiu a campanha nas redes sociais #temalgoerrado. O objetivo da iniciativa é colher relatos e denúncias para em seguida debater, encontrar soluções e levar os fatos ao governo do Estado.

"A falta de espaço não nos permite, por exemplo, aplicar aulas de reforço aos alunos. Assim a progressão continuada "não funciona". A insegurança é outro item agravante e há muitos casos de ameaças e agressão verbal contra professores. Já entre os alunos hás brigas e violência física", afirma.

SOLUÇÕES
Para tentar levar a consciência sobre a violência contra os professores, a Apeoesp vai realizar no 2º semestre deste ano um encontro para mulheres. Isso porque 80% dos professores de Suzano são do sexo feminino e, assim, se tornam vítimas de machismo e discriminação. "Se houver mais investimentos na progressão continuada teremos escolas melhores e mais efetivas", finaliza a coordenadora.
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A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Assuntos Urbanos, está elaborando um Plano de Mobilidade que visa melhorar a acessibilidade no município. O projeto prevê melhorias nas ruas e calçadas, bem como no sistema de transporte coletivo e individual. A previsão é de que também haja implantação de ciclovias.

Além disso, a administração municipal também tem estudos para a elaboração de um Plano de Arborização, que tem o objetivo de resolver a questão das árvores nas calçadas que têm porte inadequado.
Estas dificultam a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, crianças e idosos, conforme nota enviada pela Secretaria de Comunicação Institucional (Secoi). Apesar das declarações, uma data ainda não foi estipulada para que tais ações comecem a ser colocadas em prática. 

Ainda de acordo com a Secoi, o Setor de Fiscalização tem notificado os proprietários dos imóveis a adequarem suas calçadas, uma vez que as pessoas têm responsabilidade de manutenção do passeio público, segundo a assessoria. 

Para a presidente do Movimento Pelos Direitos dos Deficientes Físicos (MDDF) de Suzano, Maria Aparecida Botaro, a maior dificuldade das pessoas com mobilidade reduzida são os desníveis das calçadas no município. A implantação de rampas nas vias também é algo extremamente necessário, segundo ela. 

"Se as ruas fossem adaptadas, seria maravilhoso, pois assim todos conseguiriam se locomover, inclusive quem utiliza cadeira de rodas, por exemplo. Observamos também que, em algumas ruas, há rampa apenas de um lado. Ou seja, se a pessoa cadeirante quiser atravessar, ela não consegue", comentou Maria.

INTEGRAÇÃO DE TRANSPORTE
Conforme o DS divulgou na semana passada, o grupo de trabalho de mobilidade urbana do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) estuda a integração entre trens e ônibus na região. O objetivo é fazer com que seja emitido apenas um bilhete, com valor justo, para utilizar os ônibus da Empresa Metropolitana de Transporte Urbano (EMTU) e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A viabilização da ação ainda está sendo discutida.
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Animais são mortos por raio em fazenda de Pedro Afonso (TO). (Foto: Divulgação/João Damasceno de Sá Filho)
Animais são mortos por raio em fazenda de Pedro Afonso (TO)
A queda de um raio provocou a morte de 51 cabeças de gado em uma fazenda do município dePedro Afonso, região central do Tocantins. Segundo o proprietário do imóvel, João Damasceno de Sá Filho, o prejuízo é superior a R$ 60 mil. O fazendeiro acredita que os animais morreram por volta das 19h de sexta-feira (28). Eles só foram encontrados às 8h30 da manhã do dia seguinte.Sá Filho conta que, desde que começou a trabalhar com gado, em 2007, isso nunca havia acontecido. Antes do acidente ele possuía 826 cabeças de gado. Ainda chovia no dia seguinte, e por causa da demora para encontrar as carcaças, a carne não pôde ser aproveitada. Os animais mortos foram enterrados.

Segundo o meteorologista José Luiz Cabral, da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), cerca de 3 milhões de raios caem no estado por ano.  Ele declarou que no estado não existe cultura de prevenção contra raios e que é necessária a instalação de para-raios no campo. Ele disse ainda que em outros estados é comum que os pequenos pecuaristas invistam em proteção contra descargas elétricas.

Raio matou animais durante tempestade na sexta-feira (28). (Foto: Divulgação/João Damasceno de Sá Filho)
Raio matou animais durante tempestade na sexta-feira (28)
Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Tocantins é o oitavo estado em que mais caem raios no país, o primeiro é o Amazonas. O Elat destacou ainda que os animais não são os únicos afetados pelos raios. Segundo o grupo, em média 130 pessoas morrem por ano em razão dos raios no Brasil, a maioria (24%) é composta por trabalhadores do setor agrícola.
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