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Medida abrange 10 estados mais o DF, e vai até fevereiro de 2016.
À meia-noite de sábado, moradores devem adiantar os relógios.


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Entra em vigor neste fim de semana o horário de verão em dez estados mais o Distrito Federal. À meia-noite de sábado (17) para domingo (18), os moradores devem adiantar os relógios em uma hora. O horário de verão vai durar até o dia 21 de fevereiro de 2016.
O governo federal estima que irá economizar cerca de R$ 7 bilhões com a adoção do horário de verão. O valor diz respeito aos investimentos que precisariam ser feitos no sistema elétrico caso a mudança de horário não fosse adotada. Neste caso, seria necessário atender a uma demanda adicional de 2,6 mil megawatts (MW) no período, segundo o Ministério de Minas e Energia.
O horário diferenciado abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.
Entre os objetivos está a redução da demanda durante o horário de pico, que vai normalmente das 18h às 21h. Com o horário de verão, a iluminação pública, por exemplo, é acionada mais tarde, deixando de coincidir com o horário de consumo da indústria e do comércio.
O governo explica que o horário de verão possibilita a ampliação do período de maior consumo, reduzindo o volume de carga de energia nas linhas de transmissão, nas subestações e nos sistemas de distribuição num mesmo momento, o que reduz os riscos de apagões.
Expectativa de redução do consumo
A expectativa é chegar a uma redução média de 4,5% na demanda de energia no país no horário de maior consumo, com economia de 0,5% durante todo o período do horário de verão. Os patamares são os mesmos do que os registrados em anos anteriores.

Conforme o Ministério de Minas e Energia, a economia equivale, aproximadamente, ao consumo mensal de energia de Brasília (DF), que tem 2,8 milhões de habitantes, ou à metade do consumo mensal de uma cidade como Curitiba (PR), cuja população é de 1,7 milhão de pessoas.

Esta será a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932.
Consumo de energia
O ano de 2015 tem sido marcado pela queda do consumo de energia no país, em meio a uma atividade econômica em recessão e também à forte alta das tarifas de energia. Conforme o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata, as projeções do governo já levam em conta este cenário.
Por conta da escassez de chuvas, que prejudicou o armazenamento nas represas das principais hidrelétricas do país, o governo vinha mantendo ligadas, até agosto, todas as térmicas disponíveis desde o final de 2012. Como essa energia é mais cara, a medida contribuiu para a elevação do valor das contas de luz.
Também ajudou a aumentar os custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo no final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%. É que, para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, e o custo tem sido repassado ao consumidor final por meio da elevação das tarifas.
Segundo as pesquisas, o horário de verão pode afetar o tempo de prática de atividades físicas, no número de acidentes de carro e até no período em que funcionários passam navegando na internet de forma improdutiva durante o expediente.
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Manancial recebeu chuva considerável entre sexta (25) e sábado (26).Precipitação também evitou novas quedas em outros sistemas.


Após 12 dias de estiagem e três quedas seguidas, voltou a chover no Sistema Cantareira e o manancial subiu de 16% para 16,1% neste sábado (26), segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Os reservatórios receberam 29,6 milimetros de precipitação entre as 9h desta sexta (25) e as 9h deste sábado e, com isso, já superaram a media histórica para agosto em 56,8%.
Os demais cinco mananciais que abastecem a Grande São Paulo também receberam chuva.
O índice de 16,1% do Cantareira divulgado pelaSabesp considera o cálculo feito com base na divisão do volume armazenado pelo volume útil de água.
Após ação do Ministério Público (MP), aceita pela Justiça, a companhia passou a divulgar outros dois índices para o Sistema Cantareira.
O segundo índice leva em consideração a conta do volume armazenado pelo volume total de água do Cantareira. Neste sábado, ele era de 12,5%. O terceiro índice leva em consideração o volume armazenado menos o volume da reserva técnica pelo volume útil, e era de -13,2% nesta manhã.
Balanço de inverno
O Cantareira teve o inverno mais chuvoso desde 2009, segundo levantamento do G1 feito com base nos dados divulgados diariamente pela Sabesp. A estação, que começou em 21 de junho, terminou às 5h20 desta quarta-feira (23).
O manancial, que abastece 5,3 milhões de pessoas na Grande São Paulo, recebeu 188,9 milímetros de chuva no período, maior marca dos últimos seis anos. A precipitação é 82% maior que a do inverno do ano passado, quando choveram 103,5 mm, mas muito menor que a marca de sete anos atrás: 323,8 mm, em 2009.
Apesar do balanço positivo de chuvas, o sistema seguiu perdendo água durante a estação e ainda está operando no volume morto. No dia 21 de junho, estava com 20% do volume útil, nível que passou para 16,2% nesta quarta-feira (22), dia em que teve mais uma queda.
Agosto
Os novos números do Sistema Cantareira contrastam com o mau desempenho em agosto, mês em que teve apenas 30,7 mm de chuvas, o equivalente a 89,2% da média histórica do mês(34,4 mm).
Agosto foi o quinto mês seguido em que o sistema, que abastece 5,3 milhões de pessoas na Grande São Paulo, fechou "no vermelho".
Segundo funcionário da marina que usa a Represa Jaguari-Jacareí, em Piracaia, nível original do volume morto estava acima da área com vegetação, à direita da imagem (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)

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HABITAÇÃO:Justiça dá prazo de 15 dias para retirada de invasores no Dona Benta.

FONTE: diário de Suzano.

A juíza federal substituta da 33ª Seção Judiciária da 2ª Vara de Mogi das Cruzes, Barbara de Lima Iseppi, deu um prazo de 15 dias para a retirada de invasores de um conjunto residencial de apartamentos, localizado no bairro Dona Benta. A solicitação de retirada dos ocupantes foi feita pela Caixa Econômica Federal (CEF). Caso os invasores não saiam do local, a Justiça solicita a retirada “forçada” das pessoas. Nestes casos, normalmente, há ajuda da Polícia Militar. A determinação foi publicada ontem no DS.
A publicação aponta que "a ação de manutenção e reintegração de posse, que a Caixa Econômica Federal (CEF) move em face dos invasores do imóvel do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), que objetiva a retomada de posse sobre o imóvel invadido".
A reportagem do DS esteve no local na tarde ontem e não conseguiu contato com nenhum morador do Conjunto Residencial Djair Dias, que fica na Estrada do Marengo, altura do número 307, no bairro Dona Benta.
Embora sem informações oficiais, a reportagem apurou que no terreno foram construídos aproximadamente quatro blocos com cinco andares cada, incluindo o térreo, com pouco mais de 80 apartamentos.
No local, foi observado que as vagas de garagem estavam ocupadas com automóveis e alguns apartamentos apresentavam características de habitação. O número exato de apartamentos não foi confirmado pela CEF até o fim da tarde de ontem.
Os possíveis invasores e ocupantes dos apartamentos são intimados a desocupar de forma voluntária o conjunto residencial, no prazo de 15 dias, sob pena de desocupação forçada.
O PAR é promovido pelo Ministério das Cidades, tendo a CEF como agente executor e o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) como financiador, e foi criado para ajudar municípios e estados a atenderem à necessidade de moradia da população que recebe até seis salários mínimos e que vive em centros urbanos.
O programa é feito em duas fases. A primeira delas é a de compra de terreno e contratação de uma empresa privada do ramo da construção, responsável por construir as unidades habitacionais. Depois de prontas, as unidades são arrendadas com opção de compra do imóvel ao final do período contratado.
Até o fechamento desta edição, a CEF não enviou resposta sobre os questionamentos feitos pela reportagem.
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Na volta para casa, estações de trens e metrô ficaram lotadas.
Rodízio de veículos foi suspenso pela Prefeitura nesta terça-feira (20).


A paralisação de cobradores e motoristas de ônibus em São Paulo nesta terça-feira (20) provocou trânsito recorde na cidade, fechou 16 terminais e superlotou as estações de trens e de metrô. Não foi divulgado se o protesto será mantido nesta quarta-feira 
O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, usaram a expressão "sabotagem" para definir a paralisação.

O movimento começou às 9h50 com motoristas da Viação Santa Brígida e Sambaiba, no Centro. Ao longo do dia, mais motoristas aderiram ao movimento que contesta acordo salarial fechado na segunda de reajuste de 10%. A interrupção não foi anunciada: motoristas dizem que o aumento não foi suficiente.
No começo da tarde, seis terminais de ônibus estavam parados. Por volta das 16h, eram 12 pontos, que aumentaram para 16 no começo da noite.
Ônibus parados na Avenida General Olímpio da Silveira, sob o Elevado Costa em Silva, em São Paulo, durante paralisação de motoristas e cobradores. (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Ônibus parados na Avenida General Olímpio da
Silveira, sob o Elevado Costa em Silva. 
Recorde e rodízio suspenso
Por conta da paralisação, o rodízio de veículos foi suspenso no período da tarde, o que prejudicou mais ainda o tráfego. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento foi recorde: foram 261 km de filas às 19h. O índice superou o registrado em 17 de abril, véspera do feriado de Páscoa, quando 258 km de vias ficaram congestionadas.
Diversas ruas da cidade ficaram com filas de ônibus parados. Na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido Largo da Batata, os carros circulavam por apenas uma faixa. Os veículos parados sobre a Ponte Eusébio Matoso complicaram o trânsito em toda a Marginal Pinheiros.
Na noite desta terça, nove dos 16 terminais tinham sido liberados: Varginha, Princesa Isabel, Parque D. Pedro II, Vila Nova Cachoeirinha, Santana, Casa Verde, Sacomã, Grajaú e Amaral Gurgel.
Os terminais Mercado, Bandeira, Pirituba, Lapa, Pinheiros, Butantã e Barra Funda, entretanto, permaneciam bloqueados. Em entrevista à TV Bandeirantes, o prefeito Fernando Haddaddefiniu o ato como “sabotagem”. "Esse tipo de sabotagem é difícil de resolver, porque botar um ônibus na transversal e jogar a chave fora não é simples de resolver."
As estações de trens e metrô também foram afetadas. Segundo a Via Quatro, concessionária que administra a Linha 4- Amarela, houve momentos em que os passageiros tiveram dificuldade para entrar e se locomover na estação Pinheiros por conta do excesso de pessoas. Os trens, entretanto, circulavam com velocidade normal.
Motoristas discordam de acordo
De acordo com os motoristas ouvidos pelo G1 no Terminal Pinheiros, eles discordam da decisão tomada em assembleia na noite desta segunda-feira (19). A categoria decidiu na sede do sindicato aceitar a proposta das empresas. Assim, o sindicato decidiu cancelar a paralisação prevista para esta semana.
Segundo a proposta aceita na assembleia, os motoristas receberão 10% de reajuste salarial, tíquete alimentação mensal de R$ 445,50 e participação nos lucros e produtividade de R$ 850, entre outros benefícios.
Inicialmente, as empresas ofereceram 5% de reajuste. Já o sindicato pedia um índice de 13%. Um dos benefícios mais festejados pela categoria nesta campanha salarial foi o reconhecimento à insalubridade, dando o direito a aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho. A direção do sindicato, que representa ao todo 37 mil trabalhadores, se disse surpreendida com a atitude de alguns motoristas.

Leia a nota do sindicato da categoria
A direção do Sindicato dos Motoristas de São Paulo esclarece que foi surpreendida na manhã de hoje (20/05) com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores (as) que se dizem contrários ao fechamento da Campanha Salarial 2014. Ontem na Assembleia Geral, que ocorreu no final da tarde, mais de 4 mil trabalhadores (as) compareceram e aprovaram a proposta apresentada que foi de: 10% no salário; ticket mensal de R$ 445,50; PLR de R$ 850,00; melhoria dos produtos da cesta básica (o Sindicato irá determinar as marcas); 180 dias de licença maternidade; fim do Genérico e o reconhecimento da insalubridade, dando o direito a Aposentadoria Especial aos 25 anos de trabalho.  Além disso, ficou determinado a criação de uma Comissão para discutir outras questões como convênio médico, situação do setor de manutenção, ou seja, dar continuidade na revolução de problemas enfrentados pela categoria. O Sindicato, através do seu presidente Valdevan Noventa e da sua diretoria, irá verificar de onde partir essas manifestações e o motivo real que levou os trabalhadores (as) a tomarem essa atitude, principalmente porque foi logo após terem aceitado e aprovado a proposta em Assembleia.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss), Francisco Cristovam, afirmou em entrevista à rádio CBN que fechou acordo com o sindicato da categoria na noite de segunda. “[Os responsáveis pela paralisação] não têm representatividade. Com quem vamos negociar?”, indagou.
Final de noite
Muitos trabalhadores ainda tentavam arrumar uma maneira de chegar em casa no final da noite desta terça-feira (20). Na Zona Oeste da capital, por exemplo, a Estação Butantã do Metrô era o ponto final para vários moradores de bairros que fazem divisa com munícipios vizinhos da capital, como Taboão da Serra, e próximos de rodovias, como a Raposo Tavares. A partir daí, cada um se virava como podia: valia desde ligar para um familiar, dividir um táxi ou até pedir carona.
Elisângela do Nascimento, (Foto: Marcelo Mora/G1)Elisângela do Nascimento: 'Não sei o que fazer'
Elisângela do Nascimento, que trabalha em uma empresa de telemarketing na Rua da Consolação, por exemplo, costuma ir até o Terminal Bandeira, no Centro, para pegar uma única condução que a deixava próxima de casa, no Jardim Jacqueline, perto de Taboão. Sem ônibus, teve de ir de metrô até o Butantã, onde, por volta das 22h30, ainda não sabia como faria para continuar a viagem.
"Não sei o que fazer. Não tenho ninguém para ligar e estou sem dinheiro, sem nada. Usei para pagar a passagem do metrô", lamentou. Ela criticou a paralisação dos motoristas e cobradores. "Fiquei em pânico quando eu soube. Como paralisam assim sem avisar no meio do dia?"
Neli Ramos de Aquino, que também trabalha em uma empresa de telemarketing, na região da República, no Centro, precisou contar com a ajuda de uma tia para retornar para casa, no Jardim das Palmas, também perto de Taboão. "Ela está vindo me buscar de táxi. De ida e volta, vamos gastar uns R$ 100. O pior é que a empresa não paga", disse.
Sobre a greve, a considerou "um transtorno". "Tudo bem eles reivindicarem o direito deles, mas não é justo eles prejudicarem os trabalhadores por isso", afirmou.
Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros do Metrô de São Paulo em paralisação de motoristas nesta terça (20) (Foto: Dario Oliveira/Estadão Conteúdo)Aglomeração de passageiros na Estação Pinheiros. 
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Ponto de ônibus na Avenida Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. (Foto: Sttela Vasco/G1)Ponto de ônibus na Av. Nove de Julho: ônibus circulavam, mas ponto estava lotado. 
GREVE ONIBUS 620 PX (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil Photo Press/Folhapress)Avenida bloqueada no Brás. (Foto: Luiz Guarnieri/ Brazil 
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Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais durante manifestação em SP (Foto: Ardilhes Moreira/G1)Cobradores e motoristas de ônibus fecham terminais  
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Volkswagen Tractor tombou logo após ter feito a curva de saída da Rodovia Mogi-Dutra e entrado na Estrada do Pavan /

Um caminhão vindo de Limeira, no Interior de São Paulo, tombou na manhã de ontem, na Estrada do Pavan, no Itapeti, e trouxe alguns transtornos para motoristas que chegavam a Cidade pela Rodovia Mogi-Dutra (SP-88). O condutor João David Francisco, de 30 anos, disse à Polícia Militar que o veículo perdeu o freio e, por conta disso, não conseguiu mais controlar a direção. Ele se feriu levemente e recebeu atendimento da equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros no próprio local.
O Volkswagen Tractor, cuja cabine tem placa DPE2170, de Santo André, e a carroceria a identificação HIJ7046, de Andradas, município de Minas Gerais, tombou logo após ter feito a curva de saída da SP-88 e entrada na Estrada do Pavan. O caminho é obrigatório para caminhões e outros veículos pesados para evitar acidentes na chegada ao Município. Nas décadas de 1980 e 90 diversos acidentes foram registrados próximo à Paróquia de Santa Cruz, na Ponte Grande. Caminhões invadiam casas porque perdiam a direção. Dezenas de mortes aconteceram neste período. Isso, porém, não impediu que acidentes recentes acontecessem. Em janeiro, um caminhão e um carro desenfreados derrubaram duas vezes o portão da igreja e foram parar no pátio. O Diário vem mostrando há vários meses por meio de reportagens os problemas da via e questionando a respeito das melhorias para o lugar.
O caminhão, carregado com celulose, saiu de Limeira pela madrugada e tinha como destino a fábrica da Companhia Melhoramentos, em Mogi, na divisa com Suzano. Agentes de trânsito precisaram controlar o fluxo no local. Até o fim da tarde de ontem o caminhão ainda não havia sido retirado do lugar. A condição ruim das pistas é motivo de reclamação dos motoristas que apontam a possibilidade de acontecer acidentes. O prefeito Marco Bertaiolli (PSD) comentou sobre a situação da estrada. “A responsabilidade por ela é do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Espero que esse projeto de duplicação da Mogi-Dutra contemple as melhorias na Estrada do Pavan. Poderíamos contar com o apoio dos nossos deputados estaduais. Eles, lá na Assembleia Legislativa, poderiam nos ajudar a conseguir que aquele trecho receba as tão necessárias melhorias”, disse o prefeito, ontem, em evento de inauguração do Centro Municipal de Programas Educacionais (Cempre) Oswaldo Regino Ornellas, em Jundiapeba.
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Um acidente, na tarde do último domingo, deixou seis pessoas feridas, em Itaquaquecetuba. O motorista, que invadiu a contramão, não tinha habilitação e o veículo estava com a documentação atrasada. 
A batida aconteceu por volta das 17h30, na Estrada do Pinheirinho, no bairro Jardim Amazonas.
O motorista, de 21 anos, seguia em um carro Ford Escort vermelho, no sentido bairro/Centro, quando perdeu o controle e invadiu a contramão.
No sentido oposto vinha um carro Cobalt prata que era conduzido por um aposentado, de 57 anos. A vítima tentou desviar do Escort, que vinha em alta velocidade, mas não conseguiu. Além dele, também estavam no carro a sua esposa, de 60 anos, duas filhas, de 22, 23 e outra mulher, de 54 anos.
Duas pessoas foram socorridas para o Hospital Santa Marcelina e as outras para o Itaim Paulista. O motorista do Cobalt não se feriu.
Um Ford Fiesta azul também bateu no segundo carro. A passageira, de 32 anos, ficou ferida. Nenhuma das vítimas corre risco de morte. O Escorte ficou apreendido no Distrito Policial (DP) Central da cidade, já que estava com a documentação atrasada.
A Polícia Civil deve instaurar inquérito para investigar as causas do acidente.
EM MOGI
Um homem foi preso, na madrugada de ontem, suspeito de embriaguez ao volante, em Mogi das Cruzes.
O suspeito estava em um bar na Avenida Francisco Ferreira Lopes, com uma barra de ferro na mão. De acordo com o dono do comércio, ele queria bater em outros clientes e impedir que o local fosse fechado.
Assim que o comerciante conseguiu retirá-lo da loja, o suspeito chutou as portas e passou por cima de três motos com sua caminhonete.
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Os moradores do entorno do Parque Max Feffer, localizado na Avenida Senador Roberto Simonsen, temem alagamentos na via durante o período de chuva por conta das obras de aumento de nível que a administração municipal faz atualmente dentro do parque. Segundo alguns moradores, o desnível em relação à rua será de um metro, o que causaria a queda da água da chuva para dentro das casas.
A dona de casa Cristina de Oliveira relata que as obras causam transtornos, pois poeira e terra estão por toda a parte. "Na última chuva que teve o parque ficou alagado. Foi difícil passar por aqui", diz.
O enfermeiro Juracy dos Santos também se sente incomodado com a poeira e frisa que quando venta é pior. Para o aposentado Josué Abraão Tenda, morador da região, a situação não atrapalha.
A dona de casa Maria do Carmo Pereira conta que a terraplenagem do parque causa transtorno aos moradores, pois a rua fica cheia de terra e o caminhão que faz a limpeza da via empurra a terra para as calçadas. "Temos que lavar o passeio constantemente. E não podemos gastar água", adianta.
A atendente Marta Cristina Gouveia completa que ainda não é possível elencar os prejuízos que o desnível deve trazer à via, mas frisa que os moradores temem enchentes, pois, aparentemente, o parque ficará mais alto que a rua. "Não possuo capacidade técnica para dizer o que vai acontecer, porém, essa via nunca teve enchente. Mas até agora não vimos nenhum engenheiro ou responsável pela obra para nos explicar o que será feito", declara.
OBRAS
Por meio de nota a Secretaria de Esportes, Recreação e Lazer esclarece que o parque passa por obras de terraplenagem, além disso, posteriormente será feita drenagem no local. "O objetivo desta ação é deixar o nível do parque acima do nível das ruas ao redor, evitando assim os alagamentos que infelizmente ocorrem no local", diz a nota. A pasta também ressalta que a terra utilizada na ação é retirada da cidade de São Bernardo do Campo por meio de procedimento legalizado.
Em relação à poeira, a secretaria informa que faz o possível para gerar o mínimo de transtorno aos moradores do bairro. "A empresa que executa os trabalhos foi contatada para tomar as devidas precauções no transporte de material (terra) para não prejudicar a população".

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Hospital Santa Marcelina diz que o procedimento cirúrgico para retirar feto colocaria em risco a vida da mulher


Família está revoltada e quer mais informações sobre o que está acontecendo
Há cinco dias com o filho morto dentro da barriga, a dona de casa Jaqueline Aparecida Gomes, de 28 anos, e seus familiares queixam-se do descaso no atendimento do Hospital Santa Marcelina de Itaquaquecetuba. A paciente, que estava grávida de seis meses, deu entrada na unidade dia 8 de maio com pressão alta. Dois dias depois, a gestante se queixou por não sentir o bebê mexer e no domingo de Dia das Mães foi confirmado o óbito da criança.

A reportagem esteve na unidade hospitalar e conversou com Jaqueline, que estava em um quarto de observação. "Eu não aguento mais isso. Estou sentindo dores desde o início da semana e ninguém me fala nada aqui nesse hospital", reclama. Ela ainda afirma que os médicos não dão, ao menos, uma previsão de quando o feto será retirado. "Desde sábado eu não sinto o bebê mexer, mas só no domingo fizeram os exames que confirmaram o óbito", explica.

Os familiares da paciente estão aflitos com a situação, pois eles afirmam que os médicos do Santa Marcelina não dão informações sobre o quadro de saúde da dona de casa, que está internada há oito dias.

"Ela já está sofrendo por ter perdido a criança e agora tem que sofrer com a espera para retirá-lo de dentro dela", desabafa o marido de Jaqueline, o pedreiro Adilton Santana Brandão, 30. "Até agora já receitaram nove comprimidos nela, mas não realizam nenhum procedimento definitivo para tirar o bebê", disse.

A irmã de Jaqueline, a dona de casa Solange Fátima Gomes, 36, conta que já conversou com os médicos da unidade, porém, não obteve nenhuma resposta. "A médica diz que é normal ela sentir dor, mas ela pode pegar uma infecção se continuar demorando. A gente fica preocupada porque a saúde dela pode complicar", diz revoltada.


Resposta
A direção do Hospital Santa Marcelina de Itaquá, por meio da assessoria de Imprensa do Estado, informou que o procedimento cirúrgico para a retirada do feto está descartada por questões de segurança à saúde da paciente. No entanto, a equipe médica está induzindo o parto normal, por causa da prematuridade do feto, já que a cesariana colocaria em risco a vida da mãe.

A unidade ainda orienta a família de Jaqueline a procurar o chefe de obstetrícia ou o chefe de plantão médico do hospital para qualquer informação sobre os procedimentos.
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