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Policiais israelenses patrulham ponto de ônibus em Jerusalém (Foto: Thomas Coex/AFP)
                                         Policiais israelenses patrulham ponto de ônibusem Jerusalém



Dois homens, aparentemente palestinos, feriram neste domingo várias pessoas na principal estação de ônibus da cidade de Beersheba, no sul de Israel. Um dos agressores morreu baleado, segundo informações da polícia e de médicos.
Em comunicado, polícia informou que "um terrorista" morreu ao ser baleado. Um porta-voz policial informou que um segundo homem participou do ataque e que ele foi ferido pelas forças de segurança israelenses.
Além do agressor, mais uma pessoa morreu pelos disparos, segundo o comunicado do hospital Soraka.
O hospital informou que recebeu dez pessoas para serem atendidas com cuidados intensivos e que uma delas já chegou morta ao local.
Segundo a polícia, um dos agressores tinha um rifle e o outro, uma pistola.
Ataques
Israel aprovou neste domingo (18) a adoção de medidas de segurança mais rígidas após o aumento do número de agressões palestinas com arma branca e o ataque a um grupo de israelenses que visitava ilegalmente um local sagrado na Cisjordânia , que foi incendiado na sexta-feira.
O incidente no túmulo de José, na Cisjordânia ocupada, e os ataques praticamente diárias desde 1º de outubro provocaram uma espiral de violência e o temor de uma nova intifada nos territórios palestinos ocupados.
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Após avanço do Estado Islâmico, EUA admitem que falharam no combate aos terroristasA ineficácia da estratégia adotada pelos Estados Unidos para combater o Estado Islâmico foi admitida pelas autoridades do país e suspensa. O avanço dos terroristas e a entrada da Rússia no conflito fizeram o governo de Barack Obama mudar de postura.
Segundo informações do jornal New York Times, o plano de combate ao Estado Islâmico envolvia o treinamento de rebeldes sírios, para que eles lutassem contra os terroristas. No entanto, após concluir esse treinamento, os rebeldes deixavam de lutar contra o Estado Islâmico para tentar derrubar o presidente do país, Bashar al-Assad.
O Pentágono, sede militar dos EUA, reconheceu que essa estratégia não daria resultados, porque apenas 60 combatentes foram treinados. O projeto previa, inicialmente, que um pequeno exército de rebeldes fosse formado, com 5.400 combatentes.
O custo total estimado no início para o treinamento dos 5.400 era de US$ 580 milhões, porém esse valor foi todo consumido no treinamento de apenas 60, que custaram US$ 10 milhões cada. A logística complexa, que envolvia a retirada dos voluntários do país para receber o treinamento e depois levados de volta para combater o Estado Islâmico foi apontada como grande vilã do custo.
Agora, os Estados Unidos passaram a focar no bombardeio aéreo contra os terroristas, assim como os demais membros da coalizão internacional. Os militares irão se reunir com os russos para sincronizar as ações e garantir que não ocorram incidentes conhecidos como “fogo amigo”.
Um novo plano de combate por terra está sendo desenvolvido pelos Estados Unidos, que continuará usando os rebeldes sírios para lutar contra os terroristas muçulmanos. A ideia agora é entregar equipamentos e armas diretamente aos líderes rebeldes, desde que estes provem que não estão ligados a nenhuma milícia de radicais islâmicos.
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