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Moradores tiram objetos de suas casas durante a reintegração de posse na Zona Sul (Foto: DARIO OLIVEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Moradores tiram objetos de suas casas durante a reintegração de posse na Zona Sul (Foto: DARIO OLIVEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Manifestantes começaram a retirar móveis e pertences de suas casas após o protesto contra reintegração de posse nesta quinta-feira (5) na Vila Andrade, Zona Sul de São Paulo.  A manifestação chegou a interditar a Avenida Doutor Guilherme Dumont Vilares.
A Justiça determinou a reintegração de posse de 57 casas, na Rua Doutor Soter de Faria, na Vila Andrade. Segundo os moradores, eles estão na área há cerca de 40 anos. A Tropa de Choque chegou por volta das 6h40 e atirou gás de pimenta contra os moradores. Uma barricada feita com blocos na região foi derrubada pelos policiais.

Os manifestantes fizeram barricadas na Avenida Doutor Guilherme Dumont Vilares. Eles colocaram fogo em pedaços de madeira, pneus e no material que estava em uma caçamba. O fogo foi contido pelos bombeiros.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) liberou a via por volta das 10h.

No chão, eles colocaram faixas com as mensagens: “Queremos moradia” e "Vandalismo é o que o governo faz com a gente, jogando as famílias na rua". Uma residência em uma rua próxima foi incendiada, como mostrou o Bom Dia São Paulo.

Caminhões para transportar os pertences dos moradores também estavam no local. Os moradores gritavam palavras de ordem e batiam palmas no acesso à comunidade.

O tráfego na região do Morumbi ficou complicado. Para escapar do bloqueio, os motoristas podem seguir pelas ruas José da Silva Ribeiro e Charles Spencer Chaplin, segundo a CET.
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A promotora de Justiça da Cidadania, Celeste Leite dos Santos, recebeu ontem um pedido para que o Ministério Público (MP) barre o fim da intervenção da Prefeitura à Santa Casa. O mesmo órgão que já havia recebido pedido de interdição ao hospital teve agora um pedido de participação nas discussões em volta do fim da intervenção da unidade de saúde, que tem prazo para acabar marcado para o dia 10 de agosto.
O prefeito de Suzano, Paulo Tokuzumi (PSDB), deve se reunir com os integrantes da irmandade na quinta-feira, quando discutirão sobre que caminho será dado à gestão da entidade. A Prefeitura já afirmou que não se interessa pela continuidade da intervenção, enquanto membros da irmandade formaram uma chapa para retomar o hospital.
As decisões a respeito da administração da Santa Casa têm gerado opiniões controversas inclusive entre os integrantes da irmandade. Mesmo os que aceitaram fazer parte da nova chapa já afirmaram, em entrevista ao DS, que só tomariam a gestão do hospital de volta caso o município se dispusesse a pagar a dívida de quase R$ 30 milhões que a entidade carrega. A Santa Casa também tem sido tema de polêmicas como desvio de verbas, golpes financeiros, processos jurídicos e possíveis erros médicos, o que, para os parlamentares, irmãos e administradores públicos que acompanham, aumenta a aura de problemas em torno do hospital.
O solicitante do pedido de ação do Ministério Público, vereador Vanderlei Ferreira Dourado (PT), o Derli do PT, diz que tomou a iniciativa por conta da reunião que ocorrerá no dia 8, quando o prefeito instalará uma assembleia para, segundo o vereador especifica no pedido, definir uma nova Mesa Diretiva composta por integrantes da irmandade. "Acredito que os irmãos que formam esta chapa foram influenciados pelo Executivo, estão sendo manipulados por manobras e interesses políticos", diz Derli. "A irmandade não tem nenhuma condição técnica de suprir as necessidades da Santa Casa em um momento tão delicado quanto este. Devolver a gestão ao grupo será uma atitude desesperada da Prefeitura".
O vereador afirma que o chefe do Executivo pretende se isentar dos problemas enfrentados pela Santa Casa ultimamente, como o caso do golpe e desvio de verba de R$ 6,3 mil, investigado pela Comissão de Acompanhamento da qual Derli faz parte, a dívida do hospital, as a auditoria que a entidade precisa receber, o envolvimento da empresa Pro-Mogi na administração da entidade, entre outras situações noticiadas pela imprensa nos últimos meses. "A Prefeitura deve assumir sua responsabilidade junto à Saúde Pública, gerir a Santa Casa e dar total autonomia ao interventor Marcelo Godofredo, para que ele, como representante público dentro do hospital, tome as atitudes que precisam ser tomadas para salvar a entidade".
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“Fish Fone”: Vivo prepara lançamento de operadora de celular para o público evangélicoO crescimento do número de evangélicos no Brasil está motivando o surgimento de diversos empreendimentos voltados especificamente para esse público; o mais novo deles é a Fish Fone, uma operadora de celular voltada para o público evangélico que será lançada até o fim do ano pela operadora espanhola Vivo, em parceria com a francesa Sisteer.
A operadora, que trará na logomarca um peixe, símbolo do cristianismo, terá promoções que permitirão aos seus clientes falar com o pastor e os familiares a um preço reduzido, além de aparelhos que serão configurados para acessar as redes sociais evangélicas e conteúdo religioso, segundo a revista Exame.
O projeto é tocado pela Sisteer, e caberá à Vivo ceder a infraestrutura — o contrato entre as duas empresas é de cinco anos. A operadora está sendo anunciada também como tendo um cunho social, visto que parte do seu lucro será revertida para obras sociais.
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