As estações de Suzano, Aracaré e Itaquá da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) estão ?na mira? de sabotagens. Os locais possuem fácil acesso para que pedestres entrem e joguem qualquer objeto.
Usuários dos trens reclamam que o acesso é livre e que não há seguranças o suficiente para vigiar os locais.
Usuários dos trens reclamam que o acesso é livre e que não há seguranças o suficiente para vigiar os locais.
É possível ver muros quebrados, ou até mesmo com abertura proposital para passagem de pedestres. Na ponte que fica na Rua Doutor Prudente de Moraes, por exemplo, em Suzano, há um muro que está destruído, onde qualquer pessoa pode descer até a linha pelo barranco. No local, circula a Linha 11-Coral, com trajeto das Estações de Guaianazes a Estudantes, em Mogi das Cruzes.
Ainda na mesma rua, há uma abertura proposital no muro da área que seria construído o Hospital Federal de Suzano. Carros e pedestres passam livremente a ponto de conseguirem chegar até a linha. O local não possui seguranças, somente alguns trabalhadores da empresa MRS Logística, além de ser um local afastado e deserto.
Ainda na mesma rua, há uma abertura proposital no muro da área que seria construído o Hospital Federal de Suzano. Carros e pedestres passam livremente a ponto de conseguirem chegar até a linha. O local não possui seguranças, somente alguns trabalhadores da empresa MRS Logística, além de ser um local afastado e deserto.
ITAQUÁ Já em Itaquá, onde funciona a Linha 12-Safira, moradores reclamam que além dos muros serem baixos, não há seguranças suficientes para impedir qualquer tipo de problema. Cibele Bezerra sempre passa pela Estação e diz que costuma ver adolescentes pulando o muro para usar drogas. "Tem um guardinha lá, mas eles não fazem nada", ressalta.
Daniele Nunes também reclama. Seu esposo trabalha na Gocil Segurança e segundo ela, os guardas não têm liberdade para agir. "A CPTM não libera uso de armas e é só assim que a população respeita". Eles não têm como se defender então fica mais difícil.
Daniele Nunes também reclama. Seu esposo trabalha na Gocil Segurança e segundo ela, os guardas não têm liberdade para agir. "A CPTM não libera uso de armas e é só assim que a população respeita". Eles não têm como se defender então fica mais difícil.
O déficit de seguranças e a falta de liberdade para os guardas agirem tem preocupado os usuários. "A segurança é pouca e é muita cobrança. Os seguranças da Gocil têm que dar apoio ao deficiente visual, ajudar quem cai e ainda tem que vigiar se alguém entra. A quantidade de seguranças é insuficiente", reclama Moisés Borges, que trabalhou por sete anos na Gocil Segurança.
A CPTM foi procurada para comentar o assunto, porém até o fechamento da reportagem não se pronunciou.
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